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09/01/2017 05h00 - DOIS IRMÃOS
Cauã Reymond diz que viver Omar e Yaqub era sonho antigo
Da Folhapress
redacao@jj.com.br
© Divulgação
CAUÃ “Sou apaixonado por esse projeto há 10 anos”, diz o ator sobre viver os gêmeos
Cauã Reymond surgirá em dose dupla na minissérie “Dois Irmãos”, que estreia dia 9 de janeiro, após “A Lei do Amor”, na Globo. Na adaptação para a TV do livro homônimo de Milton Hatoum, o ator interpreta os gêmeos adultos Omar e Yaqub. O ódio de um irmão pelo outro crescerá por conta da predileção de Zana (Gabriella Mustafá/ Juliana Paes/ Eliane Giardini), a mãe, por Omar. E, como se não bastasse, ambos se apaixonam por Lívia (Monique Bourscheid/ Bárbara Evans) e brigam por ela.

“São personagens extremamente ricos, que têm uma conexão muito forte, mas tomam caminhos opostos. É engraçado como muitos gêmeos podem estar distantes, mas se sentem conectados. É como essa sensação que a mãe tem com o filho. Talvez porque estiveram juntos no mesmo lugar durante muito tempo”, diz Cauã.

Após uma briga em que Omar fere Yaqub, Halim (Bruno Anacleto/ Antonio Calloni/ Antonio Fagundes) decide mandar os filhos para sua terra natal, no sul do Líbano. O pai teme conflitos mais violentos entre a dupla. Entretanto, Zana não aceita a decisão do marido e se mostra relutante até o último momento, quando solta a mão de Yaqub, mas não consegue se desprender de Omar. Assim, apenas um vai embora e guarda a mágoa da preferência da mãe. Segundo Cauã, era um sonho antigo dar vida aos irmãos. “Eu sou apaixonado por esse projeto há dez anos. Caiu no meu colo, fiquei extremamente emocionado e me senti muito sortudo. Ganhei o livro da minha mãe quando estava engatinhando na carreira de ator. Tinha acabado de fazer ‘Malhação’ Li e tive a intuição de que poderia fazer esses papéis. E veio num momento de maturidade”, fala.

As diferenças entre os rapazes se acentuam com o passar dos anos, embora Zana continue afirmando que os dois são iguais. Omar é indisciplinado e intempestivo; já Yaqub é introvertido e calculista. Enquanto o primeiro não consegue desgarrar da saia da mãe e permanece em Manaus, o segundo parte para São Paulo e prospera sozinho. Mas nem a distância que os separa é capaz de evitar que uma tragédia aconteça. 

“Eu, que tenho filho, sei que as crianças nascem com características próprias e os pais não têm controle sobre isso. Algumas vão se desenvolvendo, outras absorvemos das pessoas que estão à nossa volta e nos criam. Acho que, no caso desses dois irmãos, eles já chegaram diferentes. E a forma como o pai e a mãe conduziram a educação de ambos faz com que aconteça uma tragédia”, adianta. A dedicação de Cauã ao personagem foi intensa. Sua entrega aos gêmeos marcou o ator. Por isso, a expectativa para que o público possa conferir o resultado é muito grande - os trabalhos para “Dois Irmãos” foram iniciados em 2014 e as gravações terminaram há um ano e meio. 

“O processo de ensaio que o Luiz Fernando (Carvalho, diretor artístico) proporciona para a gente é uma busca diferenciada. É muito raro este trabalho, principalmente hoje em dia, com a economia tão ruim e todas as produções querendo tudo cada vez mais rápido. Então, quanto mais tempo você tem para buscar, mais fundo consegue cavar”, relata.

Cauã acredita ter enriquecido como ator após “Dois Irmãos”. Para ele, não se encontram personagens masculinos tão fortes com facilidade. Por isso, garante ter se doado de corpo e alma a Omar e Yaqub. E ficou feliz ao ouvir elogios de Milton Hatoum sobre sua interpretação. “Na última cena, me cortei e tomei quatro pontos. Mas foi um acidente, bati numa janela. Acontece. Eu realmente dei o sangue por esses dois personagens”, brinca.

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