JUNDIAÍ
Jundiaí, 20 de janeiro de 2018
24/07/2015 21h40 - QUALIDADE GARANTIDA

Vinhos da cidade ganham envase pioneiro no País

© Cristina Hautz
Produzidos em Jundiaí, vinhos como o da adega de Amarildo Martins serão envasados na propriedade dos agricultores
Os 25 produtores de vinho da Cooperativa Agrícola dos Produtores de Vinho de Jundiaí (AVA) contarão, em menos de duas semanas, com uma nova tecnologia para envasar os 100 mil litros da bebida produzidos a cada ano na cidade. Trata-se de um equipamento, instalado sobre um caminhão, que vai engarrafar os vinhos jundiaienses diretamente da propriedade dos agricultores.

Ex-presidente e membro da AVA, Amarildo Martins comemora a conquista. “É algo inédito, pioneiro no Brasil. Não existe outra máquina como esta”, compartilha. Segundo o produtor, o equipamento - que foi fabricado no Rio Grande do Sul e será instalado no caminhão da cooperativa nos próximos dias - é uma conquista após a AVA participar de um processo seletivo no Projeto de Desenvolvimento Rural Sustentável - Microbacias 2, desenvolvido pela Coordenadoria de Assistência Técnica Integral (Cati), do governo do Estado de São Paulo.

“Apresentamos nossa proposta neste projeto que é financiado pelo Banco Mundial e oferecido pela Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo. Ressalto que quem propôs a iniciativa foi a AVA, e fomos selecionados pela relevância da nossa ideia”, explica Martins.

Procedimento - Hoje, o vinho dos produtores precisa ser transportado até a cooperativa para ser envasado. “Não é bom transportar vinho a granel, ele perde a qualidade. O produtor também é prejudicado com esta prática, pois tem dificuldade em transportar muitos litros até a cooperativa. Agora, com um envasador móvel, nós poderemos proporcionar essa facilidade para nossos associados e manter a qualidade superior da bebida, que não sofrerá com os malefícios do transporte.”

O procedimento com o equipamento vai funcionar de maneira dinâmica. “Na máquina o vinho passará por quatro processos, Será filtrado e posteriormente envasado. Depois disso é feito o fechamento por rolha e por fim ele recebe a cápsula, espécie de lacre que protege a rolha”, releva Martins.

Como a bebida é colocada na garrafa de uma única vez, o processo tende a ser rápido. “Vamos definir ainda a agenda para cada produtor, mas creio que não haverá divergência. Em poucas horas a máquina pode envasar mais de três mil garrafas”, salienta.

Conforme as práticas dos produtores locais, o vinho é fabricado no início de cada ano, logo após a colheita da fruta. Por seis meses, a bebida passa pelo processo de maturação, fermentação e repouso. Então, a partir do segundo semestre, o vinho já pode ser engarrafado.

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