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Jundiaí, 19 de agosto de 2017
19/05/2017 21h00 - MERCADO

Venda de imóveis tem alta de 11% em Jundiaí e Região

Simone de Oliveira
scoliveira@jj.com.br
© Alexandre Martins
Ticiane Riberio Iotte aproveitou para investir
Um estudo realizado pela Associação das Empresas e Profissionais do Setor Imobiliário de Jundiaí e Região (Proempi) constata o aumento de 11% na venda de imóveis em abril deste ano, se comparado com o mês de março. Já nos primeiros meses de 2017 o aumento foi de 140% em comparação ao mesmo período do ano passado.

Os índices foram obtidos de uma importante incorporadora da cidade, que serviu como base para o estudo. O vice-presidente de Marketing da Proempi, Eli Gonçalves, conta que este aumento se deve por diferentes fatores, mas os principais são a melhora na condição financeira da classe média e da média alta, das melhores taxas de juros, da inflação em controle, além de confiança dos trabalhadores em voltar a investir em imóveis. Situações que podem mudar agora, diante da atual crise política do Brasil, envolvendo o presidente Michel Temer.

“Tivemos um aumento de 5% em contratações na construção civil. Isto mostra que o setor está voltando a investir, mas infelizmente ainda se esbarra na falta de imóveis para algumas faixas, como no caso do programa Minha Casa Minha Vida, que teria que ofertar unidades de até R$ 215 mil, mas há poucas opções na cidade”, comenta.

Com terrenos mais caros, as incorporadoras deixaram de viabilizar seus projetos em Jundiaí e, assim, o consumidor fica com poucas opções. Atualmente, ainda de acordo com o estudo, existe uma demanda nas unidades com preços entre R$ 215 mil e R$ 350 mil (quase 45%) e de R$ 500 mil a R$ 750 mil (89%), o que significa os dois extremos. Quando oferta e procura não se encaixam a solução é procurar imóveis pela Região.

“Os cálculos e pesquisas que fizemos dão conta que há uma grande procura pelos empreendimentos na faixa de R$ 215 mil, justamente por conta dos financiamentos, que são baseados no salário do jundiaiense. Por outro lado, há uma maior demanda de unidades mais caras. porque a procura é menor”, explica. Quem aproveitou o boom imobiliário no meio do ano passado e o grande momento de lançamentos dos últimos meses acredita ter feito bons negócios. Foi o caso de Taciane Ribeiro Iotte, de 34 anos, que se mudou para o novo apartamento há dois meses. A compra, no entanto, foi feita há três anos, quando o empreendimento ainda estava na planta.

Como já tinha um outro imóvel, hoje à disposição para ser alugado, ela preferiu uma unidade ainda a ser construída, pois assim conseguiria negociar o preço. E foi exatamente o que aconteceu. “Eu e meu marido fizemos muita pesquisa antes de assinar o contrato. O prazo de três anos para a entrega foi cumprido e para mim isso foi essencial. Como este imóvel já está quitado, daqui para frente fica mais fácil fazer novas compras”, confessa Taciane, lembrando que levou em conta o metro quadrado e a área de lazer antes de ‘bater o martelo’. 

Comente esta matéria 2 comentários
Nascimento 20/05/2017 09:46:01
Vou comprar dois, um pra morar e outro pra investir. A vida é agora.
Thiago 20/05/2017 22:17:30
Que apartamento bonito hein!!!!!
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