POLÍTICA
Jundiaí, 23 de setembro de 2017
16/07/2017 19h21 - NO DIA 26

Servidores públicos de Campo Limpo podem entrar em greve

Paulo Behr Ferro
pferro@jj.com.br
Os servidores públicos de Campo Limpo Paulista podem cruzar os braços no dia 26 de julho. A informação foi confirmada por José Henrique Bibiano, presidente do sindicato da categoria (SSPMCLP).

Os trabalhadores fizeram assembleia na última semana e decidiram que vão mobilizar os professores da rede pública de ensino no próximo dia 21 de julho para que se juntem ao restante dos servidores.

“Em um clube de campo do bairro Vista Alegre, os professores participarão de um evento e o sindicato vai realizar uma panfletagem contando como estão as negociações e buscando adesões ao movimento”, conta Bibiano.

José Henrique destaca ainda que a categoria pede aumento real de 10% nos salários, mais a correção da inflação dos últimos 12 meses. Em nota, a Prefeitura de Campo Limpo disse que ficou acordado que voltará a falar sobre o reajuste em janeiro de 2018. “Conseguimos aumentar a cesta básica dos trabalhadores, que passou de R$ 150 para R$ 250”, emenda o presidente do SSPMCLP.

Prefeitura - A assessoria de imprensa do prefeito Dr. Japim (PROS) disse que o funcionário público poderá fazer a opção de receber a cesta em gêneros alimentícios no valor de R$ 250 ou a cesta básica com estes produtos e os de limpeza no valor de R$ 150, mais um cartão de R$ 100 para complementar as compras.

“O Executivo foi informado de uma possível manifestação da categoria e ainda proporcionará aos servidores convênio odontológico opcional com desconto de R$ 12,70 por pessoa na folha mensal, licença-paternidade ampliada para cinco dias, metade do 13º salário no pagamento equivalente a julho e um ‘cartão-confiança’. Este abrange rede de farmácias, papelarias e óticas e viabilizará com exclusividade ao servidor o pagamento dos produtos em até 30 dias com desconto direto na folha de pagamento”, completa a nota.

Ação cível - Bibiano contou que o Sindicato dos Servidores também moveu uma ação cível exigindo da prefeitura a cesta básica de dezembro do ano passado, o acúmulo de férias, um plano de carreira para os trabalhadores do serviço público, uniformes para alguns trabalhadores e equipamentos de segurança exigidos por lei.

Comente esta matéria 1 comentário
Gleisi 17/07/2017 07:57:10
Demitam todos. Privatização do ensino já. Pagamos caro por uma educação que há décadas deixa muito a desejar.
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