POLÍTICA

Inquérito de servidora que abasteceu carro, eleitos do Parlamento jovem e mais destaques no Pela Ordem

REDE 50-50 PRESTA CONTAS: A Rede Jundiaí 50-50, inspirada no projeto Cidades 50-50 da ONU Mulheres, prestou contas de sua atuação nos últimos anos durante a Tribuna Livre da Câmara, nesta terça (10). “Em 2016, após constatar que nenhuma mulher havia sido eleita na cidade, entendemos que o debate sobre igualdade de gênero precisava ser encaminhado urgentemente na cidade”, afirmou Juliana Mingoti, membro da organização.

PRÉ-CANDIDATA CRITICA PROJETOS A pré-candidata a deputada estadual, Paloma Soares (PSOL), criticou a falta de mulheres no Legislativo. “Cada mulher que ocupa essa Tribuna na ausência de uma eleita está rompendo com o conservadorismo e o coronelismo que impera em Jundiaí”, disse. Ela também reprovou a quantidade de projetos inconstitucionais dos vereadores.

BRIGA ENTRE PSICÓLOGOS SEGUE REPERCUTINDO A luta entre o Conselho Municipal de Saúde (Comus) e os psicólogos da rede pública de saúde, que reivindicam uma diminuição na carga horária de trabalho, continua repercutindo. A assistente social Grace do Prado Dan falou na Tribuna sobre a demanda. “Esse trabalho não se mede por número de atendimentos/hora”, afirmou. O PL que decidirá sobre o futuro da categoria foi adiado para o dia 7 de agosto.

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PARLAMENTO JOVEM ANUNCIA 19 ELEITOS A Câmara de Jundiaí divulgou, nesta terça (10), o resultado das eleições do Parlamento Jovem, projeto que selecionou 19 jovens para experimentar um mandato simulado como vereador. A primeira colocada foi Vitória Scatena Teixeira, do Colégio Criarte, com 650 votos. Seu projeto de lei aborda um serviço de atenção aos idosos com doenças crônicas. No total, 5.573 pessoas votaram. A lista de eleitos está no site da Casa.

INQUÉRITO PODE SEGUIR ATÉ SETEMBRO O processo administrativo que investiga a servidora pública que teria usado sua posição para facilitar o abastecimento dos carros de seus familiares durante a paralisação dos caminhoneiros, em maio, tem 60 dias para ser concluído a partir da instauração da Comissão de Inquérito, no dia 5 de junho. O prazo do processo termina, portanto, em agosto, mas pode ser prorrogado por mais 30 dias, seguindo até setembro.

COMISSÃO VAI PRODUZIR PROVAS Segundo a Unidade de Gestão de Negócios Jurídicos e Cidadania (UGNJC), a função da Comissão de Inquérito, nos termos da Lei Complementar Municipal, é produzir as provas necessárias à decisão do processo, de competência do prefeito municipal, observando sempre o contraditório e a ampla defesa. O ônus acusatório é do município, mas a servidora também poderá produzir as provas que entender úteis.

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