Jornal de Jundiaí | https://www.jj.com.br

Reparação da tragédia de Mariana tem orçamento de quase R$ 3 bilhões

AGÊNCIA BRASIL | 14/03/2019 | 19:36

A Fundação Renova apresentou hoje (14) uma previsão das atividades a serem desenvolvidas em 2019 visando a reparação dos danos causados pela tragédia de Mariana (MG). Também foi divulgado o orçamento para este ano. Devem ser gastos R$ 2,94 bilhões, 35% a mais do que o previsto para 2018. A maior parte dos recursos deverá ser usada nos pagamentos de indenizações e de auxílios emergenciais.

A tragédia de Mariana ocorreu em novembro de 2005, quando 39 milhões de metros cúbicos de lama vazaram após o rompimento de uma barragem da mineradora Samarco. O episódio deixou comunidades e florestas destruídas, mananciais da bacia do Rio Doce poluídos e 19 mortos. Para reparar os danos, foi firmado em maio de 2016 um acordo entre a Samarco, suas acionistas Vale e BHP Billiton, o governo federal e os governos de Minas Gerais e do Espírito Santo.

Na época, estimou-se que seriam necessários cerca de R$ 20 bilhões, a serem gastos ao longo de 15 anos. Foram definidos 42 programas que englobam, por exemplo, as indenizações, a reconstrução das comunidades, a garantia de educação e saúde aos atingidos e a recuperação ambiental. O acordo também estabeleceu a criação da Fundação Renova, que ficou responsável pela gestão dos programas usando recursos das três mineradoras.

A Fundação Renova apresentou hoje (14) uma previsão das atividades a serem desenvolvidas em 2019 visando a reparação dos danos causados pela tragédia de Mariana (MG). Também foi divulgado o orçamento para este ano. Devem ser gastos R$ 2,94 bilhões, 35% a mais do que o previsto para 2018. A maior parte dos recursos deverá ser usada nos pagamentos de indenizações e de auxílios emergenciais.

A tragédia de Mariana ocorreu em novembro de 2005, quando 39 milhões de metros cúbicos de lama vazaram após o rompimento de uma barragem da mineradora Samarco. O episódio deixou comunidades e florestas destruídas, mananciais da bacia do Rio Doce poluídos e 19 mortos. Para reparar os danos, foi firmado em maio de 2016 um acordo entre a Samarco, suas acionistas Vale e BHP Billiton, o governo federal e os governos de Minas Gerais e do Espírito Santo.

Na época, estimou-se que seriam necessários cerca de R$ 20 bilhões, a serem gastos ao longo de 15 anos. Foram definidos 42 programas que englobam, por exemplo, as indenizações, a reconstrução das comunidades, a garantia de educação e saúde aos atingidos e a recuperação ambiental. O acordo também estabeleceu a criação da Fundação Renova, que ficou responsável pela gestão dos programas usando recursos das três mineradoras.

O distrito de Bento Rodrigues, em Mariana, é o que tem a reconstrução mais adiantada. Estão em curso obras de infraestrutura, que envolvem, por exemplo, a abertura das ruas, instalação de redes de esgoto e pavimentação. No caso de Paracatu, outra comunidade de Mariana, o canteiro de obras está sendo implantado e o passo seguinte será a supressão vegetal da área.

Já em Gesteira, distrito de Barra Longa (MG), a situação é a mais atrasada. O terreno onde a comunidade será reconstruída foi adquirido apenas no fim do ano passado. Enquanto o reassentamento não é concluído, os atingidos vivem em casas alugadas pela Fundação Renova.

O orçamento de 2019 prevê ainda que R$ 82 milhões sejam destinados especificamente para obras de saneamento e R$ 42 milhões para monitoramento da qualidade da água do Rio Doce. Há também recursos estabelecidos para a recomposição de áreas de proteção permanente e recuperação de nascentes e para manejo dos rejeitos.

Foto: Agência Brasil

Foto: Agência Brasil


Leia mais sobre | |
Link original: https://www.jj.com.br/brasil-e-mundo/reparacao-da-tragedia-de-mariana-tem-orcamento-de-quase-r-3-bilhoes/
Desenvolvido por CIJUN