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Vaticano declara Irmã Dulce como a primeira santa nascida no Brasil


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Crédito: Reprodução/Internet
A Praça São Pedro se encheu do verde e amarelo das bandeiras e das camisetas do Brasil. Milhares de brasileiros vieram à cerimônia de canonização da primeira santa nascida no Brasil, Maria Rita de Souza Brito Lopes Pontes, conhecida como Irmã Dulce, na manhã deste domingo (13), no Vaticano. Irmã Dulce teve sua vida doada ao próximo. E começou muito cedo, aos 13 anos, quando ela transformou a casa dos pais num lar de acolhida e atendimento a mendigos e doentes. A casa ficou conhecida como “A portaria de São Francisco”, devido à quantidade de carentes que se aglomeravam a sua porta. Hoje, o hospital criado pela santa em Salvador abriga um dos maiores complexos de saúde brasileiro com 100% dos atendimentos pelo SUS. São cerca de 3,5 milhões de procedimentos ambulatoriais por ano. Na celebração, o Evangelho não poderia ser mais adequado à celebração de canonização da Irmã Dulce. A passagem sobre a cura dos leprosos por Jesus Cristo remete à preocupação da santa brasileira com a saúde dos mais necessitados e à fé que ela tinha na cura física e espiritual dos assistidos. Na homilia, o Papa Francisco afirmou que todos nós necessitamos de cura, como aqueles leprosos: “Precisamos de ser curados da pouca confiança em nós mesmos, na vida, no futuro; curados de muitos medos, dos vícios de que somos escravos; de tantos fechamentos, dependências e apegos ao jogo, ao dinheiro, à televisão, ao celular, à opinião dos outros. O Senhor liberta e cura o coração, se O invocarmos, se lhe dissermos ‘Senhor, eu creio que me podeis curar. Curai-me dos meus fechamentos, livrai-me do mal e do medo, Jesus’”. Além de Irmã Dulce, outras quatro pessoas foram declaradas santos da Igreja Católica neste domingo: João Henrique Newman, Josefina Vannini, Maria Teresa Chiramel Mankidiyan e Margarida Bays. [caption id="attachment_69986" align="aligncenter" width="1024"] Foto: Divulgação / CNBB[/caption]

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