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‘O neonazismo é uma coisa que me deprime’, diz Juliana Silveira

| 08/06/2014 | 00:05

“A primeira vilã a gente nunca esquece”. E é exatamente assim que Juliana Silveira está se sentindo ao interpretar uma personagem malvada em “Vitória”, da Record. Na trama de Cristianne Fridman, ela é Priscila, uma mulher da classe alta, que é doutora em História e comanda a Escola Priscila Schiller, instituição fundada em sociedade com a mãe. No entanto, o “lado B” da personagem é bem agressivo. A loira é líder de um grupo neonazista, que extermina negros, nordestinos e gays.

Pronta para ser odiada pelo público, Juliana afirma que nem pensa na possibilidade de os ideais de sua personagem gerarem identificação. Mesmo estando ainda no início de uma saga violenta e preconceituosa, na opinião da atriz Priscila não tem como se redimir no final. A intérprete diz acreditar que ela só merece castigo.


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