Cultura

"Pai em Dobro" é nova aposta nacional


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A trama gira em torno de Vicenza, que, aos 18 anos, decide procurar o pai
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Ao terminar de ver "Pai em Dobro", primeira produção da escritora Thalita Rebouças, 46 anos, e da atriz e apresentadora Maisa, 18, na Netflix, pode se abater sobre o espectador uma saudade de um tempo pré-pandemia, quando se podia aglomerar na rua e curtir os bloquinhos de Carnaval - adiado nas principais capitais do Brasil.

Até mesmo Maisa Silva, que não se diz lá muito fã da folia, afirma ter virado o próprio meme "saudade do que a gente não viveu". "Em 2022, eu vou ser adicionada ao grupo de seguidores fiéis de Thalita Rebouças, que vão em todos os blocos e curtem o Carnaval", promete ela, em tom de brincadeira.

"Eu falei que vou pegá-la pelo braço e levá-la para os blocos, porque eu sou muito Carnaval. Foi muito bacana e importante para mim falar sobre isso, porque é uma coisa muito do meu coração", completa a escritora, que diz curtir a celebração desde criança levada pelas mãos de seu pai.

Ainda que o Carnaval seja apenas o pano de fundo da história, é neste clima de alegria e leveza típicos da folia que se passa "Pai em Dobro" - e a sede do fictício bloco Ameba Desnuda, no bairro de Santa Tereza, no Rio de Janeiro, é o ponto de união da trama. O longa gira em torno de Vicenza, a protagonista vivida por Maisa, que é criada em uma comunidade hippie matriarcal.

Ao fazer 18 anos, a jovem decidir descobrir quem é o seu pai, informação que a mãe insiste em não lhe responder apesar de suas insistentes perguntas. Assim, ao encontrar uma foto da mãe do Carnaval de 2002, ano em que nasceu, Vicenza vende o seu único bem material (uma bicicleta) e parte para a cidade carioca em busca do seu progenitor.


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