Cultura

Celebração a novos e antigos criadores


Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil
HQs nacionais são voltadas para público infantojuvenil e adulto
Crédito: Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil

Na comemoração ao quadrinho nacional, evento homenageia a primeira história brasileira: "As Aventuras de Nhô-Quim ou Impressões de uma Viagem à Corte", do cartunista ítalo-brasileiro Angelo Agostini, publicada no dia 30 de janeiro de 1869.

No Brasil, as HQs se popularizaram com clássicos como "A Turma da Mônica", "O Menino Maluquinho" e "A Turma do Pererê".

Mas além destas, já consagradas, novas obras surgem na cena nacional deste gênero, inclusive para os que já não são mais crianças.

Veja algumas dicas abaixo:

Deus, de Laerte. A artista sempre se reinventa nesta arte. Em livro, Deus traz o personagem que procura ser muito simpático e humano, mas sem perder o humor crítico, característico da artista.

Memórias da Copa América, da CBF. É, a Confederação Brasileira de Futebol também tem HQs. Publicadas no Instagram da CBF, elas narram os momentos históricos do Brasil em 1989, 1997, 1999 e 2004 na competição.

Lendas, da Chiaroscuro Studios. A maior empresa de agenciamento de quadrinistas do mundo lançou esta obra em 2018. O livro reúne 50 histórias de 50 personagens do folclore brasileiro.

Turma da Mônica Jovem, de Mauricio de Sousa. A história da turma do Limoeiro cresceu junto com os leitores. Esta HQ, voltada ao público adolescente, assim como a versão clássica, se consagrou no gênero.

Castanha do Pará, de Gidalti Jr. Inaugurando a categoria de HQs do Prêmio Jabuti, em 2017, com toques de surrealismo, esta história sobre um garoto nas ruas de Belém foi a vencedora do prêmio.

Bear, de Bianca Pinheiro. A história que surgiu na web e migrou para o mercado editorial foi ilustrada e roteirizada por Bianca. O livro, para o público infantojuvenil, também conquista adultos.

 


Notícias relevantes: