Cultura

Escritores resgatam a vida da pitonisa


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Suzy King nasceu no sertão da Bahia e teve uma trajetória conturbada
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O mês de março marca a estreia e o lançamento do livro "Suzy King, a Pitonisa da Modernidade", escrito pelo jundiaiense Alberto de Oliveira junto com seu colega Alberto Camarero.

Em 208 páginas ilustradas e coloridas, o livro "Suzy King, a Pitonisa da Modernidade" apresenta a história de vida da artista desde o nascimento na região de Jequié, na Bahia, até a morte na fronteira dos Estados Unidos com o México, passando pelos anos de glórias e inglórias no Rio de Janeiro e outras cidades do Brasil e da América Latina e também pelos bastidores da pesquisa de oito anos realizada pelos autores sobre essa obscura personagem do burlesco nacional.

Suzy King nasceu no sertão da Bahia e se apresentava em lugares como São Paulo e Rio de Janeiro. Ela é cantora, compositora, atriz, bailarina clássica e folclórica, dançarina exótica e burlesca, encantadora de serpentes e faquiresa, sendo apenas algumas das atividades artísticas às quais ela se dedicou.

Encontrada morta no trailer em que vivia na Califórnia em agosto de 1985, Suzy King deixou para trás histórias não concluídas, restos perdidos de sua conturbada trajetória e um rastro de mistério. Três décadas depois, os dois historiadores reuniram os fragmentos que ela deixou por onde passou com o objetivo de remontar o complexo quebra-cabeça de sua vida.

A ressurreição de Suzy King através do resgate de sua história é um símbolo de resistência e revanche, vingança contra os que compactuaram e compactuam para que tantas Suzys Kings não tenham voz nem espaço para a expressão de suas subversivas criatividades.

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