Cultura

‘A Divisão’ dramatiza onda de sequestros no Rio


Criado por José Junior projeto se inspira em fatos reais acontecidos no Rio na década de 1990: estreia para 2020
Crédito: Reprodução/Internet
No final da década de 1990, uma onda de sequestros aterrorizou o Rio de Janeiro. Entre as vítimas estavam figuras de renome e anônimos da classe média carioca. Foi então que a polícia criou a DAS, a Divisão Antissequestro, que até hoje foi a única iniciativa bem-sucedida no combate ao crime na cidade. A estreia está prevista para 2020. A história dessa força-tarefa é ficcionalizada na série "A Divisão", que estreou com seus cinco primeiros episódios na plataforma Globoplay. É a primeira incursão dramatúrgica do AfroReggae Audiovisual, ligado ao Grupo Cultural AfroReggae, que só tinha feito obras documentais. Criado por José Junior, um dos fundadores do grupo, o projeto é inspirado na realidade. A trama da primeira fase é centrada no rapto de Camila (Hanna Romanazzi), a filha adolescente do deputado estadual Venâncio Couto (Dalton Vigh). Para libertar a garota, são convocados os agentes Santiago (Erom Cordeiro) e Roberta (Natália Lage). No jargão da polícia, os dois são "mineiros", isto é, especialistas em localizar criminosos rapidamente. Só que não para prendê-los, mas para extorqui-los. Sob o comando do delegado Benício (Marcos Palmeira), a dupla de corruptos se junta a Mendonça (Silvio Guindane), tira tão violento que é chamado de genocida pelos colegas. Um dos saldos, logo no segundo episódio, é uma cena de tortura de revirar o estômago. Logo no primeiro dia, numa locação no morro de São Carlos, a equipe encontrou um tiroteio entre policiais e traficantes. [caption id="attachment_63138" align="aligncenter" width="1320"] Criado por José Junior projeto se inspira em fatos reais acontecidos no Rio na década de 1990: estreia para 2020[/caption]

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