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Cinépolis e Moviecom exibem filme do ‘Sai de Baixo’ em Jundiaí

DA REDAÇÃO | 19/02/2019 | 22:16

Da tela da televisão para o cinema. Depois de 17 anos do término de “Sai de Baixo” (Globo, 1996-2002), o elenco do humorístico se reuniu mais uma vez -em 2013, eles gravaram quatro episódios para o canal Viva- para reviver os clássicos personagens que agitavam a noite de domingo. A estreia nos cinemas será nesta quinta-feira (21) em todo o país.  Miguel Falabella (Caco Antibes), Marisa Orth (Magda), Tom Cavalcanti (Ribamar), Aracy Balabanian (Cassandra) e Luis Gustavo (Vavá) retornam aos seus papéis originais da família trambiqueira do Largo do Arouche, centro de São Paulo. Dessa vez, porém, eles deixam o apartamento e se aventuram em uma viagem para Foz do Iguaçu, no Paraná.

Com roteiro de Miguel Falabella e direção de Cris D’Amato, “Sai de Baixo – O Filme” mostrará Caco Antibes na cadeia, Magda tentando a vida no telemarketing e o ônibus da famosa empresa Vavatur em ação. No elenco, ainda há nomes como Lúcio Mauro Filho (Banqueta/ Angelina), Katiuscia Canoro (Sunday), Castrinho e Cacau Protásio (Cibalena).  Para a diretora, transpor a sitcom do teatro e da televisão para o cinema foi um desafio grande. “Mas confesso que não tem nenhuma direção mirabolante, nem poderia. Os personagens são prontos. Colocá-los na rua, em novas tramas, dá um frescor.”

O mote principal da trama é abordar a ética entre todos. Um exemplo é a tentativa dessa família de roubar pedras preciosas. No decorrer do percurso, a situação começa a virar e, quando se vê, um está passando por cima do outro.  “É um longa bem punk. É o tempo todo o sujo falando do mal lavado. É selvagem. Todos tentam roubar um ao outro. Mostra muito do país que vivemos. Mas não há a intenção de fazer um filme de denúncia”, diz Marisa Orth sobre o filme, que estreia na próxima quinta-feira (21) em todo o Brasil.

A questão do politicamente correto também é algo a ser relativizado no longa. Na década de 1990, Caco Antibes falava muito de pobres e brincava com essas sátiras com relação a quem tem menos dinheiro. Isso ainda acontece no filme e, para Falabella, não tem o menor problema.  Não tem como mudar o Caco. Ele é um psicótico brasileiro e as pessoas se identificam. Não há politicamente correto no qual ele se enquadre. Até porque ele acha o politicamente correto coisa de pobre”.

Tom Cavalcante, que na trama também interpreta Dona Jaula, afirma que foi muito bom atuar novamente com Falabella e fazer as cenas de improviso, uma marca do programa da Globo. “Não poderiam ser perdidos. No filme nós somos incontroláveis. Só de olhar um para o outro já rolava a chavinha da improvisação. Faz 17 anos que o programa acabou, mas a química continua.”

O entrosamento entre os dois é tanto que Falabella já afirmou que está escrevendo uma sitcom para Tom Cavalcante na TV. “Estou terminando de montar a apresentação para vender para a emissora. Não há prazo. Somos nós dois [MIGUEL E TOM] em uma sitcom bem engraçada.” E[/MIGUEL E TOM]m Jundiaí estreia no Moviecom (Maxi Shopping) e no Cinépolis (JundiaiShopping). (Folhapress)

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