Jornal de Jundiaí | https://www.jj.com.br

Alimentos sobem e jundiaienses sentem efeitos de inflação recorde em setembro

| 08/10/2014 | 20:45

Consumidores jundiaienses sentem no bolso os efeitos da inflação recorde registrada em setembro pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). O índice chegou a 6,75%, ultrapassou o teto da meta do governo (6,5%) e foi o maior desde outubro de 2011. “Há um ano eu gastava, em média, R$ 300 por semana no mercado. Hoje gasto R$ 400”, disse a aposentada Maria Giati Monegatto.

Isso ocorre porque a alta nos preços dos alimentos tem sido constante, resultado de fatores como a longa estiagem que atinge regiões produtoras do Brasil e o desajuste entre a oferta e a procura, segundo afirma o economista Mariland Righi. “Não acredito, no entanto,  que os alimentos sejam o grande problema para a inflação no futuro. A preocupação maior deve ser energia, transportes, a alta do dólar e os serviços”, afirma Righi.

Righi explica que a variação nos preços dos alimentos também está ligada ao alto preço das commodities agrícolas no mercado internacional. “Isso tem um efeito principalmente nos alimentos de base, como arroz, feijão e batata, entre outros.”

Mais informações na edição impressa do Jornal de Jundiaí desta quinta-feira (09) ou faça uma assinatura digital.


Link original: https://www.jj.com.br/economia/alimentos-sobem-e-jundiaienses-sentem-efeitos-de-inflacao-recorde-em-setembro/

Os comentários estão desativados.

Desenvolvido por CIJUN