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Comércio começa a se preparar para a Copa do Mundo

NIZA SOUZA - csouza@jj.com.br | 20/03/2018 | 04:37

Ainda faltam três meses para começar a Copa do Mundo de Futebol, marcada para o período de 14 de junho a 15 de julho, na Rússia. Apesar da distância, tanto da data quanto do local, os comerciantes de Jundiaí apostam na paixão do brasileiro por futebol e estão otimistas para as vendas de produtos alusivos ao evento, que já começam a colorir algumas lojas de verde e amarelo. O comerciante Gerson de Nuncio, que tem uma loja de roupas e variedades na Vila Hortolândia, já montou um cantinho especial com camisetas, bonés, perucas, cornetas, bandeiras, bolas e outros produtos nas cores da seleção brasileira para chamar a atenção dos clientes. Segundo ele, a procura ainda é pequena, mas a expectativa é grande. “Tendo como base a última Copa, a estimativa é de incremento de 30% nas vendas durante o evento”, prevê, otimista.

Pela experiência de Copas anteriores, o comerciante acredita que a demanda pelos produtos deve se intensificar em junho, às vésperas dos primeiros jogos da seleção brasileira. “E se o Brasil avançar na competição, a tendência é de as vendas aumentarem”, diz, destacando que o produto mais vendido é a camisa da seleção. As lojas de fantasias da cidade também começam a investir nos acessórios verdes e amarelos. “Já temos um espaço só para produtos alusivos à Copa do mundo”, afirma a proprietária da Show de Fantasias, Renata Capitani. Segundo ela, o volume de vendas ainda é pequeno, mas deve aumentar com a proximidade do evento. “No momento, as vendas são para clientes que vêm comprar uma fantasia e acabam aproveitando para levar algum acessório”, diz.

O presidente do Sincomercio Jundiaí, Edison Maltoni, diz que a Copa do Mundo é um evento grandioso e, sem dúvida, movimenta o comércio, que se aproveita da ocasião para atrair o consumidor com produtos e novidades alusivas à Copa. “Nossa expectativa é boa, mas talvez não supere 2014, quando a Copa do Mundo ocorreu no Brasil e o fluxo de turistas e consumidores foi enorme no País, principalmente no Rio de Janeiro – refletindo nas grandes capitais, como São Paulo.” Além das lojas, Maltoni destaca que bares e restaurantes também se beneficiam com o vento. “Muitos instalam telões para receber os torcedores em seus estabelecimentos, gerando consumo e lucro para o empresário”, destaca.


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