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Eles não medem esforços e gastos em busca de alta performance

| 12/10/2014 | 22:41

O técnico em refrigeração Luiz Carlos Paiva começou a pedalar há menos de um ano, seguindo uma orientação médica. Ele precisava perder peso porque sentia dores no joelho. O que ele não sabia, no entanto, é que nessa busca por melhor qualidade de vida nasceria uma paixão fulminante. E cara.

Paiva conheceu um grupo de ciclistas que percorre trilhas toda semana na Região e decidiu participar e comprou uma mountan bike de R$ 2,5 mil e hoje tem três bicicletas em casa. A última aquisição foi uma Speed específica para asfalto, ao custo de R$ 4,7 mil. Atualmente ele usa a bike até para ir ao trabalho.

Seu colega de trilha, o engenheiro Márcio Rodrigo Valério, também tem três bikes em casa. Uma delas custou R$ 16 mil.

Engana-se, no entanto, quem acha que os dois gastam boas somas de dinheiro em suas bicicletas por uma questão de luxo. O que conta, nesse caso, é o conforto e o rendimento. 

A performance também conta muito. Paiva, que ainda pode ser considerado um inexperiente sobre duas rodas, diz que não conseguiria acompanhar os colegas de trilha se tivesse uma bike comum.

Mercado em ascensão
Paiva e Valério não são exceção. Eles integram um mercado de bikes de luxo que não para de crescer em todo o Brasil.

Priscila Assis, dona da Keeps Bike, de Jundiaí, diz que o cenário na cidade acompanha a tendência nacional. 

Ela diz que uma bike intermediária custa na faixa de R$ 5 mil. Já uma considerada boa não sai por menos de R$ 10 mil.

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