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Indústria de móveis quer ampliar participação

| 20/09/2014 | 20:45

Com receita global, no ano passado, de R$ 43 bilhões, respondendo por 1,9% do Produto Interno Bruto (PIB) industrial nacional e pela geração de cerca de 400 mil empregos no País, o setor moveleiro do Brasil quer expandir sua participação nos Estados Unidos.

O mercado norte-americano é considerado o maior do mundo, no qual a indústria de móveis brasileira perdeu terreno para os concorrentes asiáticos. O setor envolve 20 mil marcenarias brasileiras de pequeno e grande porte. Para entrar no mercado norte-americano, a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil) decidiu incrementar o projeto Orchestra Brasil, que desenvolve em parceria com o Sindicato das Indústrias do Mobiliário de Bento Gonçalves (Sindmóveis) desde 2003.

O objetivo é promover a inserção competitiva dessas empresas no mercado internacional de forma sustentável. Conforme disse à Agência Brasil o gerente do projeto na Apex-Brasil, Emanuel Figueira Júnior, no ano passado o projeto passou a agregar designers que prestam serviços à indústria de móveis.

O resultado foi a realização, este ano, de concurso para a criação de uma coleção de móveis por desenhistas brasileiros, para ser apresentada ao mercado americano. As inscrições já foram encerradas. Vinte e cinco designers se inscreveram, informou a consultora Ana Cristina Schneider, responsável pela condução do projeto no Sindmóveis.

Na primeira semana de dezembro, eles receberão a visita de dois especialistas do mercado dos Estados Unidos, contratados pelo projeto, que vão mapear as tendências e preferências dos consumidores daquele país e as oportunidades locais. “A ideia é lançar a coleção em maio de 2015, paralelamente à Semana do Design, em Nova York”, disse Ana Cristina.


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