Economia

Mercado reage mal a protecionismo


A segunda-feira (13) foi de pânico para o mercado. A resposta chinesa ao aumento de tarifas americanas mina esperanças de um acordo comercial nas próximas semanas. Com aversão ao risco, Bolsas americanas tiveram o maior recuo desde janeiro. No Brasil, a Bolsa voltou ao patamar dos 91 mil pontos do começo do ano. O dólar bateu os R$ 4. Na sexta (10), passou a vigorar o aumento de 25% de tarifas americanas sobre US$ 200 bilhões de bens chineses. O presidente americano Donald Trump, no entanto, disse que negociações continuariam e que estas taxas poderiam ser retiradas. O mercado respirou aliviado e recuperou parte das perdas da semana. No domingo, Trump retomou o discurso protecionista em seus tuítes. Na segunda, a China retaliou e anunciou que irá aumentar a taxa de US$ 60 bilhões de importações americanas em 25% a partir de junho. A medida foi um balde de água fria para investidores que esperavam um acordo em breve. [caption id="attachment_46972" align="aligncenter" width="754"]Agencia Brasil Agencia Brasil[/caption];

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