Economia

Tecnologia de ponta é estratégia de mercado

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Crédito: Reprodução/Internet
Num mercado cada vez mais globalizado e competitivo, conquistar espaço e trilhar uma trajetória bem-sucedida é desafio comum, seja para microempresas ou gigantes multinacionais. E tanto faz se as operações ocorrem no setor industrial ou no varejo. É preciso se diferenciar e a tecnologia de ponta tem se tornado imprescindível nesse contexto.

A sobrevivência das empresas no cenário contemporâneo está diretamente ligada aos investimentos na modernização de processos e operações, de acordo com o diretor do Centro das Indústrias do Estado de São Paulo (Ciesp) em Jundiaí, Mauritius Reisky. "O mundo todo, hoje, investe em tecnologia. Ela está totalmente atrelada à competitividade dos negócios, independentemente do setor de atuação."

De acordo com Reisky, esse tipo de investimento é revertido em ganhos de produtividade e faz parte do dia a dia do mundo organizacional. "Até mesmo o poder público tem investido em alta tecnologia e a emissão de nota fiscal eletrônica traduz bem essa revolução", enfatiza, lembrando do quanto os recursos tecnológicos fazem parte da vida das pessoas atualmente.

Dentro de uma indústria, a realidade não poderia ser diferente. Um investimento em torno de R$ 80 milhões num armazém vertical tem representado, para a Coca-Cola Femsa, maior capacidade de produção e otimização de processos.

Depois de um ano e seis meses de obras, o novo armazém da empresa na unidade de Jundiaí - a maior do mundo em capacidade de produção com números como 300 milhões de caixas unitárias e cerca de 1,7 bilhão de litros de bebidas produzidos em 2013 - permite armazenar 25,5 mil pallets numa área de 7 mil metros quadrados.

"Com a inauguração, também, de um Centro de Distribuição (CD) em Sumaré, saímos de 15 mil para 40 mil posições ao todo", afirma o gerente de operações da planta jundiaiense, Eduardo Giuzi Mareuse.

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