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Aprendiz é legal

| 27/04/2014 | 15:53

Nunca é fácil conquistar o primeiro emprego. Principalmente quando não se tem experiência em estágio. Foi para estimular as empresas a investirem na capacitação de jovens de 14 a 24 anos e facilitar sua inserção no mercado de trabalho que surgiu o Programa Aprendiz Legal, uma parceria do CIEE com a Fundação Roberto Marinho.

Balanço do CIEE revela crescimento de 24,5%, em doze meses, do programa Aprendiz Legal. Entre março deste ano e o mesmo mês de 2013, o número de beneficiados saltou de 49.250 para 61.272 jovens em formação profissional. A iniciativa se consolida assim como um dos mais fortes apoios à meta do governo federal de chegar ao final de 2015 com 1,2 milhão de jovens qualificados para a inserção no mercado de trabalho.

Com a obrigatoriedade da Lei da Aprendizagem (10.097/2000), muitas empresas abriram suas portas para os aprendizes, comprovando as vantagens de preparar seus futuros colaboradores de acordo com a sua cultura corporativa e contando com uma metodologia de formação teórica moderna e eficiente.

“Inúmeras empresas, embora desobrigadas das cotas, vêm utilizando os programas de aprendizagem como estratégia de formação e desenvolvimento de talentos”, afirma Eduardo Oliveira, superintendente Educacional do CIEE.

Nas empresas que aderem ao Aprendiz Legal, os jovens são contratados com carteira assinada por um período de até dois anos com incentivos fiscais, participam de atividades práticas na empresa e, um dia por semana, recebem aulas teóricas, ministradas pelo CIEE, seguindo um conteúdo programático com as modalidades de cursos: comércio e varejo;

Ocupações administrativas; práticas bancárias; telesserviços, turismo; logística; auxiliar de alimentação; ocupações administrativas e auxiliar de produção. Além de adquirirem conceitos teóricos, os aprendizes conhecem as mais modernas técnicas relacionadas a cada área de atuação, o que aprimora seu desempenho prático.

O Aprendiz Legal auxilia também as empresas, principalmente as de médio e grande porte, a cumprir a cota de contratação de aprendizes, exigida pela Lei, oferecendo um amplo cadastro de jovens com o perfil adequado a vários conjuntos de pré-requisitos. Segundo a legislação, a contratação de aprendizes deve corresponder a uma cota dimensionada de 5% a 15% do quadro de funcionários qualificados.

Mais informações para empresas, instituições de ensino e estudantes interessados em estágio: site www.ciee.org.br ou unidade CIEE de Jundiaí, tel.: 4583-4480.


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