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Os vilões do tempo nas organizações

| 22/06/2014 | 00:00

A Madis, que está entre as principais fabricantes em soluções de ponto e controle de acesso do Brasil, realizou uma pesquisa com cerca de 100 gestores de RH sobre o controle do tempo nas organizações. 

A falta de tempo é uma unanimidade nos dias de hoje, tanto que 96% das pessoas afirmam que gostariam ter mais tempo livre para outras atividades. E caso tivessem, 24% pretenderiam direcionar para a prática de atividades físicas, 22% para a realização de cursos, 19 % para família, 15% projetos pessoais, 14% viagens, 3% leitura e 3% hobby. Apesar das pessoas quererem ter mais tempo livre, o mau uso dele é apontado como o principal vilão nas organizações. 

Para os gestores, o que gera mais perda de tempo é a falta de planejamento, segundo 57%, o volume de informações, 43%, adiar as coisas 35%, e-mails ,24%, reuniões demais, 22%, reuniões ineficazes, 19%, não saber delegar, 16%, inabilidade para lidar com interrupções, 14%, não saber dizer não, 12% e redes sociais 11%.

Redes sociais – Mesmo não figurando entre os principais vilões, as redes sociais ainda são vistas como dispersoras das atividades, quando perguntado se o uso atrapalha a produtividade, 75% dos gestores afirmaram que sim. Talvez por isso, somente 56% liberam o uso nas empresas, sendo que 63% desses fazem alguma forma de controle.

“Não é de hoje a preocupação com o tempo gasto em cada atividade, principalmente quando falamos de empresas e indústrias, onde o tempo é uma variável que está diretamente ligada à capacidade de produção, e consequentemente, aos resultados finais. Entretanto, hoje o controle do tempo passou a ser fundamental para todos, e fatores como estudos, empregos, trânsito, família e lazer precisam ser equalizados diariamente”, comenta Pimenta, vice-presidente da Madis.

Monitoramento – O recurso mais utilizado pelos líderes de RH para gerenciarem o tempo de seus colaboradores é o monitoramento dos resultados, respondido por 51% dos entrevistados. O cartão de ponto/ponto eletrônico foi mencionado por 38%, seguido por ferramenta de gestão específica com 8%, Timesheet 3%. 

Apesar do foco nos resultados, 78% dos entrevistados não permitem o Home Office. Dentre aqueles que aderiram ao Home Office, 81% afirmam que a prática não funciona para todos. Aproximadamente 60% dos entrevistados trabalham em grandes e médias empresas e o número de homens e mulheres que participaram foi o mesmo. 

A pesquisa faz parte das comemorações dos 90 anos da empresa, completados em 2013. Por ser referência em controle de tempo, a Madis entende perfeitamente a importância da gestão do tempo na vida das pessoas.


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