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A primavera das cirurgias plásticas

| 04/10/2014 | 23:00

A controller Roberta Silva, 36 anos, nunca teve problemas de autoestima, mas isso não a impediu de investir cerca de R$ 6 mil para implantar uma prótese de 290 ml de silicone nos seios. “Fiz o procedimento faz quase dois anos. Foi uma vontade que me deu de repente e a motivação foi vaidade mesmo”, conta a jundiaiense.

Roberta faz parte de um universo cada vez maior de mulheres brasileiras que buscam uma intervenção cirúrgica com fins estéticos. Segundo um levantamento da Sociedade Internacional de Cirurgia Plástica Estética, foram realizados em 2013 no Brasil 1,45 milhão de cirurgias plásticas, número que fez o país ultrapassar os Estados Unidos e se tornar o líder mundial nesse tipo de procedimento.

Em Jundiaí, o mês de setembro foi atípico e registrou um aumento de cerca de 40% na procura por cirurgias plásticas, segundo estimativa do médico Wandir Schioser, membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica. “Eu imagino que a Copa do Mundo tenha tido uma influência nisso, porque normalmente a procura é maior em junho”, comenta.

Segundo Schioser, isso ocorre porque junho é um mês mais frio e, dependendo da cirurgia, é importante que haja pouca exposição ao sol no processo de recuperação. “Além disso, as mulheres optam por operar no meio do ano para estarem recuperadas quando o verão chegar”, diz o cirurgião.


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