Acervo

Estudo sem fronteiras


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Crédito: Reprodução/Internet

O sonho de muitas pessoas é estudar no exterior e conhecer novas culturas, lugares e tradições. A possibilidade de vivenciar tal experiência é enriquecedora tanto pessoal como profissionalmente. Quem quer se qualificar com cursos e graduações ou aprender no intercâmbio fora do país ganha vivência cultural, fluência em outro idioma, o aperfeiçoamento na profissão, ou seja, é um investimento que traz retorno para o resto da vida.

Esse é foi o caso da universitária Mayara Castillo Llave, de 21 anos, que sempre teve vontade de estudar no exterior e correu atrás de oportunidades para conquistar seu objetivo. Ela está o no quarto ano de Engenharia no UniAnchieta e se inscreveu para participar do programa do governo federal Ciência sem Fronteiras que seleciona estudantes para estudar em universidades estrangeiras durante um período.

“Estava no terceiro ano quando me inscrevi e o processo demorou cerca de quatro meses e requer vários documentos, desde teste de proficiência do Toefl (Test of English as a Foreign Language) até cartas de recomendação”, explica a jovem que estuda inglês desde pequena e no momento está aprendendo italiano e francês.


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