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Jovens empreendedores querem compreender seus familiares e amigos

| 10/09/2014 | 15:43

 

Resolver problemas, pensar de forma criativa, planejar e tomar decisões, trabalhar em equipe, geren ciar recursos, lidar com emoções, enfrentar o novo. Todas essas características poderiam ser requisitos apenas para grandes executivos, restritas  a o mundo corporativo. Porém, essas habilidades já chegaram nas escolas e suscitam uma discussão bem mais ampla do que formar cidadãos preparados para serem empresários ou CEOs. Em um mundo em constante transformação e cada vez mais diverso, as escolas estão trabalhando para que possam trabalhar com seus estudantes o empreendedorismo da própria vida. 

 

Recentemente, a imersão dos estudantes a metodologias e práticas que estimulam o empreendedorismo, alinhada às suas necessidades cotidianas, fez aflorar uma série de iniciativas com desdobramentos inovadores. Em uma era na qual se discute os limites e as más práticas no ambiente digital, estudantes voluntários resolveram participar da criação de um aplicativo para se aproximar dos pais e avós, procurando entender seus valores, anseios e sonhos. A iniciativa foi promovida pela Mind Lab, empresa líder mundial em pesquisa e criação de tecnologias educacionais para o desenvolvimento de habilidades, responsável pela parte técnica e pela mecânica que bonifica a interação entre usuários de diferentes gerações (Baby Boomers, Geração X, Y e Z). 
 
Disponibilizado gratuitamente nas lojas virtuais Google e Apple, o “Conectados” mostra que o conceito de sucesso profissional pode ser classificado como “ganhar dinheiro fazendo o que gosta”, mas uma parte das gerações B (mais de 50 anos) e X (38 a 49 anos), ainda se mostra inclinada a ter “estabilidade e independência financeira”. No entanto, as gerações mais novas são mais interessadas por cultura e artes. Enquanto apenas 10% dos Baby Boomers disseram preferir Artes, na geração Y (20 a 37 anos) a preferência cresce para 19% e na geração Z (menos de 19 anos) já é de 30%. Esta resposta está alinhada também com o que consideram a “profissão dos sonhos”. Enquanto a geração Baby Boomers destaca a admiração por empresários (45%), a geração Y prefere ser ator/atriz (38%) ou músico(a) (28%).

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