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Racismo ainda persiste na cidade. Luta pela igualdade, também

| 06/09/2014 | 22:50

“O racismo é tão perverso que chega a doer na alma”. Esta é uma das frases que apenas pessoas que passaram por algum tipo de discriminação racial entendem. Dita por Vanderlei Victorino, o B.A. – assessor especial para assuntos das coordenadorias munipais, em Jundiaí – ela também cai perfeitamente para o caso do goleiro do Santos, Aranha, recentemente xingado de macaco por torcedores do Grêmio, que culminou na exclusão do time gremista da Copa do Brasil.

Infelizmente, os atos de racismo não estão apenas nos campos de futebol e nem sempre acontecem de forma tão explícita, como o sofrido pelo jogador. Mesmo não havendo estatísticas em Jundiaí quanto às denúncias de discriminação racial, representantes de movimentos negros locais reforçam que o preconceito existe e é, infelizmente, um dos grandes “cânceres” que brecam o desenvolvimento da sociedade como um todo.


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