Acervo

Um dia de repórter


"Desde os 12 anos, meu desejo é ser jornalista. Hoje eu tenho 18, e a primeira reportagem à qual estou envolvida fala de lutas e sonhos. Fala também de uma doença que nunca deixa de mudar a vida daqueles que a possuem: o câncer.
Se naquela época (quando tinha 12 anos), alguém me contasse o que estava por vir, eu jamais acreditaria. Mas hoje eu entendo melhor as coisas. Tracei certos caminhos para mim e Deus traçou outros. E como a obra Dele é um mistério, mas é perfeita, ter fé é fundamental.

Quando passei o dia no Jornal de Jundiaí a fim de aprender como funciona a Redação de um jornal e o trabalho de uma equipe dessa área, adquiri uma grande visão sobre os processos envolvidos por trás das notícias impressas. É um trabalho muito dinâmico e fora de rotina. Compreendi as etapas que vão desde a determinação de uma pauta (a informação que poderá se tornar uma notícia), a apuração desta pauta, edição, diagramação e fechamento do jornal impresso, seu envio ao parque gráfico e sua distribuição.

Percebi também como há prazer no exercício dessa profissão. Seja alguém da fotografia ou reportagem, seja do telemarketing ou da edição, todos trabalham com amor. Há amor no ato de transmitir informações que difundem conhecimento e despertam senso crítico.

Afinal, seja no combate a uma doença, no ambiente de trabalho, na escola, em casa, no convívio humano em geral, onde há amor, há paz. E onde há paz, há felicidade. Viver não é fácil, mas nessa luta diária, é válido acreditar no trecho de uma música de Almir Sater: “Penso que cumprir a vida seja simplesmente compreender a marcha e ir tocando em frente.”


(Isabela Cordeiro da Silva Andrade)


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