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Surfe recorre a 'bolha' na Austrália


Matt Dunbar
Paralisado desde dezembro, o surfe encontrou na Austrália a solução
Crédito: Matt Dunbar

Cheia de expectativas por causa da inclusão inédita do surfe no programa dos Jogos Olímpicos, a temporada 2021 do Mundial não começou da maneira planejada. A covid-19 se mostrou um adversário ainda mais poderoso do que havia se imaginado, e apareceram outros obstáculos, como os tubarões que resolveram competir pelo espaço no Havaí.

Com muitas dificuldades, a WSL (World Surf League) concluiu sua primeira etapa nas ondas de Pipeline, em dezembro, e em seguida precisou paralisar as disputas masculina e feminina. Agora, faz nova tentativa de levar o campeonato adiante, apostando em protocolos mais rígidos na proteção contra o coronavírus.

O retorno das competições é realizado no formato chamado de "bolha", com os atletas isolados antes de cair na água. Eles precisaram cumprir quarentena de 15 dias num hotel em Sydney na chegada ao país, mesmo procedimento adotado pelo Australian Open com os tenistas, na cidade de Melbourne, em fevereiro.

A ideia, não havendo novos imprevistos, é realizar quatro etapas entre abril e maio, todas na Austrália, nas praias em que houve acordo com as autoridades locais e nas quais foi possível montar um sistema considerado adequado de isolamento. (FP)


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