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Mancini vê Cazares acima do peso e Jô sem mobilidade

Corinthians O treinador do Timão esclareceu alguns dos questionamentos e críticas a respeito das últimas escalações em 2021


DIvulgação
Desacreditado quando chegou, Vagner Mancini tem calado os críticos e recuperado a boa fase no Corinthians
Crédito: DIvulgação

Um dos destaques do Corinthians na reta final de 2020, o meia Cazares ainda não conseguiu retomar o bom futebol em 2021, depois de ter sofrido um estiramento no músculo posterior da coxa direita, em janeiro. O camisa 10 do Corinthians já disputou cinco partidas nesta temporada, duas como titular, e ainda não fez gol ou deu assistência.

Segundo o técnico Vagner Mancini, Cazares não está em sua forma física ideal. "O Cazares que já tinha sido meu atleta e foi muito bem lá (no Atlético-MG), cheguei aqui e ele já estava. Demorou a entrar, entrou e foi bem. Aí ele teve lesão e voltou sem estar como estava. Ele sabe, porque eu sento com todos os atletas e converso. Se não estiver bem fisicamente, se não estiver atingindo em termos de agressividade, de ser vertical, de ter entrega que o torcedor aplauda, não vai jogar. Pode ser quem for", disse Mancini em entrevista.

"Procuro ser justo e leal com o atleta, tenho que ser leal dessa forma. O Cazares está acima do peso ainda um pouquinho. Quando recuperar a forma física, tem totais condições de jogar, e isso serve para todos os jogadores", completa o treinador.

Mancini também falou da situação de Jô e reconheceu que o centroavante não está bem, mas negou que o problema dele seja o peso.

Indagado se seria possível tirar o jogador de 34 anos de alguns jogos para ele ter mais tempo para treinar, o comandante alvinegro ponderou.

"Esse seria o cenário ideal, mas talvez a gente não tenha tempo. Jô perdeu mobilidade, mas está no peso dele. Tem feito todo o trabalho que é pedido a ele, assim como o Cazares. Não temos problema nesse sentido. O que eu falei do Cazares é que ele demorou um pouco na volta da lesão. Não foi culpa dele, teve que diminuir o ritmo no momento em que precisei dele. O Jô é mais ou menos igual. Precisamos dar condições de mobilidade para ser o que ele foi, mas os anos passam", disse Mancini.

"O Jô de hoje não pode ser comparado ao Jô de dez anos atrás. Precisamos entender. O Jô é útil em jogos contra Ponte, Palmeiras, Salgueiro, contra o Retrô foi útil porque o campo exigia um jogo diferente. Se não der para usar sempre, vamos usar quando for importante. emos tentado usar junto com o jogador e aplicado mais no fim do treinamento para desenvolver mais", finaliza o treinado do Corinthians.


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