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Grêmio empata Gre-Nal, confirma vantagem e é tetracampeão do Gaúcho

O Grêmio garantiu o título com o empate de 1 a 1 já que tinha vantagem de um gol do primeiro jogo da final


O Grêmio conquistou neste domingo (23), diante do Internacional, o quarto título seguido do Campeonato Gaúcho. A taça veio com empate, pelo placar de 1 a 1, na Arena do Grêmio. O resultado confirmou a vantagem gremista, obtida na semana passada, com vitória de 2 a 1 no estádio Beira-Rio.

O Gre-Nal 432 foi marcado pela tensão, seja pelo bate-boca e expulsão de Rafinha e Yuri Alberto ou postura dos times ao longo do confronto. Nos minutos finais, houve confusão e Paolo Guerrero foi expulso depois do encerramento da partida.

Ferreira marcou o gol do Grêmio e Rodrigo Dourado empatou para o Inter. Ao longo do clássico, o domínio trocou de mãos várias vezes. E os gols saíram justamente quando o outro lado se apresentava melhor.

O título estadual mantém hegemonia local com o Grêmio, mesmo após a saída de Renato Portaluppi. O clube venceu o Gauchão em 2018, 2019 e 2020 com o ídolo.

Para o Internacional, segue o jejum. O título mais recente do Gauchão no Beira-Rio foi obtido em 2016. Foi a segunda derrota para o Grêmio na final do estadual, desde então.

JOGO

Impossível falar do Gre-Nal 432 sem abrir espaço para a confusão entre Rafinha e Yuri Alberto. A dupla protagonizou duas disputas no primeiro tempo e a segunda, rendeu vermelho. O atacante do Inter reclamou de agressão e o lateral do Grêmio rebateu. Foram seis minutos de confusão, que começou no campo e só não avançou para o vestiário graças a ação de seguranças dos dois clubes.

Decisiva no jogo de ida da final, a bola aérea recebeu cuidado adicional do Inter. O time de Miguel Ángel Ramírez mudou o jogador designado para marcar Diego Souza. Ao contrário do Gre-Nal no estádio Beira-Rio, a missão de disputar os lances com o centroavante foi de Moisés. A força física do lateral deu mais competitividade ao time no fundamento.

O camisa 16 cumpriu papel diferente na Arena do Grêmio. Da ponta, o chileno passou a aparecer mais pelo centro. "Por dentro", Carlos Palacios atuou como uma espécie de camisa 10 e distribuiu as jogadas de ataque. A movimentação confundiu, durante bom tempo, a marcação gremista.

O Grêmio usou até seis jogadores para marcar a saída de bola do Inter e com isto, criou dificuldade inicial no duelo de 11 contra 11. A pressão, no entanto, não fez o time da casa dominar o clássico.

O Inter usou o 4-4-2 com meio-campo desenhado em losango até deu vantagem pequena. Mas sem tenta verticalidade, o clube chegou perto do gol de Brenno, mas não ampliou.

 


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