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Brasileiros e Argentinos dominam as oitavas


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Com Hulk, o Atlético-MG desponta como candidato ao título da Liberta
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Já faz qquase uma década que anda difícil para clubes que não sejam de Brasil e Argentina participarem da festa libertadora. Se antes chegar a uma decisão continental era tarefa árdua, agora parece que mesmo ficar na porta tentando espiar o que acontece dentro do salão é uma missão inglória. A evidência dessa exclusão copeira encontra eco nos classificados às oitavas de final da atual edição, onde apenas quatro clubes conseguiram quebrar o duopólio argento-tupiniquim: Barcelona (EQU), Universidad Católica (CHI) e os paraguaios Olimpia e Cerro Porteño. As outras vagas se dividiram igualmente entre brasileiros e argentinos: seis representantes de cada país.

É o menor número de "intrusos" na competição, há algum tempo moldada para que brasileiros e argentinos assumam o protagonismo, nos últimos cinco anos, junto da edição de 2018, quando Libertad, Cerro Porteño, Colo Colo e Atlético Nacional avançaram até o mata-mata. Em 2017, seis equipes de outros países chegaram às oitavas, assim como em 2019 e também no ano passado.

Na cada vez mais impossível tentativa de plantar-se como terceira força continental é importante ressaltar a bravura do futebol paraguaio, que na última metade de década lidera entre os integrantes "alternativos" do grupo dos 16 melhores do continente, com Cerro Porteño, Libertad, Olimpia e Guaraní garantindo nove presenças. Depois, temos o futebol equatoriano, que se classificou oito vezes.


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