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Saiba quem são os brasileiros que podem trazer medalha

Time Brasil Atletas em boa fase chegam a Tóquio com o objetivo de fazer história em uma Olimpíada


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Pâmela Rosa lidera o ranking no skate street e vai confiante para Tóquio
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Nesta edição dos jogos olímpicos o Brasil busca superar suas melhores campanhas históricas, que foram na Olimpíada Rio 2016, com sete medalhas de ouro, e nos Jogos Olímpicos de Atenas, em 2004, com cinco medalhas douradas conquistadas. Com a meta de bater o recorde de 19 pódios da Olimpíada Rio 2016, o Brasil tem depositadas esperanças especialmente em alguns nomes que chegam a Tóquio com o status de favoritos.

Alison dos Santos

Apelidado de Piu, Alison dos Santos é a maior revelação do atletismo do Brasil nos últimos anos. Nesta temporada, o corredor paulista bateu quatro vezes o recorde sul-americano dos 400 m com barreiras recolocando o país no mapa mundial da prova, algo que não acontecia desde a aposentadoria de Eronilde Nunes Araújo, quinto colocado nos Jogos de Sydney-2000.

Pâmela Rosa

Paulista de São José dos Campos, Pâmela Rosa, 21, lidera o ranking mundial de skate street. Seu grande momento neste ciclo olímpico foi a conquista do Mundial da modalidade disputado em São Paulo, em 2019, antes de a pandemia paralisar o skate por vários meses.

Ana Marcela Cunha

Aos 29 anos, a nadadora baiana tenta conquistar sua primeira medalha olímpica na maratona aquática. Em Mundiais, Ana Marcela Cunha soma 11 pódios (5 ouros, 2 pratas e 4 bronzes). Na última edição do Mundial, em Gwangju-2019 (Coreia do Sul), mostrou versatilidade ao vencer as provas de 5 e 25 km.

Bia Ferreira

A maior esperança de medalha no boxe em Toquio-2020 vem do feminino. Bia Ferreira, 28, é destaque mundial na categoria até 60 kg. A pugilista baiana começou a se destacar em Juiz de Fora, para onde o pai, Raimundo Ferreira, um ex-pugilista conhecido como Sergipe, havia se mudado. Em 2019, Bia começou a empilhar conquistas. Ela foi campeã do Pan-Americano de Lima, no Peru, e ouro no Mundial da Rússia.

Duda

No vôlei de praia, poucas vezes uma atleta chamou a atenção de maneira tão precoce. Aos 15 anos, a sergipana Duda Lisboa disputou os três Mundiais de base no mesmo ano. Foi campeã mundial sub-19 com Tainá e vice-campeã sub-23 jogando com Thaís. Ela ganharia, em seguida, o tricampeonato do Mundial sub-19 em 2014 e 2016.


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