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GP de Fórmula 1 do Brasil terá capacidade de 100%

INTERLAGOS Após a venda de 40 mil ingressos, mais 20 mil estarão a disposição no dia 27 de agosto


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Mais 20 mil ingressos serão vendidos para o Grande Prêmio do Brasil de Fórmula 1, em Interlagos
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O Estado de São Paulo afirmou que o GP do Brasil da Fórmula 1 será realizado em 7 de novembro deste ano, no Autódromo de Interlagos. O anúncio foi feito nesta segunda-feira (16) pelo governador João Dória (PSDB), que revelou também que o quadro da vacinação contra o coronavírus possibilitou a disponibilização de novos lotes de ingressos a partir de 27 de agosto, e a presença de 100% do público.

Cerca de 99,2% da população acima de 18 anos da capital paulista já recebeu a primeira dose do imunizante. 'Nesse momento, tem sido extremamente positiva a evolução da vacinação na cidade e no estado de São Paulo, e também o controle da pandemia, com a queda acentuada de casos, internações e de óbitos. Se houver alguma mudança, a Prefeitura e o Estado vão agir em conjunto com a Fórmula 1", disse Dória.

Dória alertou, porém, que a prova pode mudar de data, sendo adiada em uma semana para o dia 14 de novembro. A solicitação, feita pelo governo do Estado, foi encaminhado para a F1 de modo a aproveitar o feriado da Proclamação da República, em 15 de novembro.

O governo paulista também confirmou que a etapa em Interlagos vai receber o terceiro teste das corridas classificatórias, maior mudança no formato dos grandes prêmios e introduzida no GP da Inglaterra em julho. O GP da Itália no Autódromo de Monza, em setembro, sediará o segundo teste da prova de classificação.

"Quando iniciaram-se as conversas, a própria organização da F1 tinha uma grande preocupação com a capacidade de vacinação e da cidade de fazer a segurança sanitária. Temos tranquilidade com relação ao protocolo que a vigilância sanitária municipal irá executar", garantiu o prefeito de São Paulo, Ricardo Nunes (MDB).

A crise sanitária forçou o adiamento ou cancelamento etapas como Canadá, Turquia, Austrália, Singapura e China, por razões logísticas e de saúde. O Brasil ainda não alcançou a meta orientada por especialistas para a segunda dose ou dose única da vacina contra a covid-19, em torno de 22% da população, mas o diretor-executivo da etapa brasileira, Alan Adler revelou que a expectativa de imunização do país foi vista com bons olhos pela direção da F1.


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