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Experiência e a ´geração dourada´

| 08/05/2014 | 09:02

O México sempre foi favorito a estar em mundiais pela Concacaf, entidade do futebol dos países das Américas do Norte e Central, além de equipes do Caribe. Sede de duas copas (1970 e 1986), o selecionado hoje comandado por Miguel Herrera não “sobrou” nas Eliminatórias, como nas edições anteriores, e só passou na repescagem diante da Nova Zelândia.

Mesmo assim, os mexicanos têm um retrospecto recente de complicar a vida dos brasileiros em competições oficiais, por isso merecem respeito. A exigente e fanática torcida aposta na experiência de Rafael Márquez, Carlos Salcido e Ricardo Osório ao lado da juventude da “geração dourada”, campeã mundial sub-17 em 2005, que já vem com a rodagem de importantes campeonatos europeus e tem a maturidade necessária para assumir a responsabilidade.

Isso sem contar o ouro na Olimpíada de Londres, desbancando a favorita seleção brasileira. Porém, os maus resultados recentes geraram dúvidas, frustrações e a demissão de inúmeros técnicos. O México quer neste ano voltar a alegrar a animada torcida, talvez repetindo o melhor desempenho de quando sediou a Copa: quartas de final.

A maior arma é Javier Hernández, o “Chicarito”, do Manchester United. A qualidade dele soma-se à habilidade de Giovani dos Santos (brasileiro naturalizado), Andrés Guardado e Héctor Moreno. A expectativa é brigar com Croácia e Camarões pelo segundo lugar do Grupo A.


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