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Jundiaiense sonha representar o Brasil nas Olimpíadas de 2020

Felipe Torezim . ftorezim@jj.com.br | 15/01/2018 | 10:47

[vc_row][vc_column][vc_column_text]O piloto jundiaiense de BMX Freestyle, Anderson Ribeiro, de 21 anos, conhecido como Kakaroto, vive a expectativa de disputar as Olimpíadas em 2020, no Japão. Para isso, ele precisa de uma boa colocação no FISE (torneio mundial), que será disputado na França neste ano, mas ainda sem mês definido.

“É gratificante viver isso tudo e ter a chance de disputar uma Olimpíada. Nunca imaginei que teria essa oportunidade, mas tenho crescido muito no esporte e me dedicando muito a ele. Agora é buscar uma posição entre os 20 melhores para representar o país e a cidade de Jundiaí no Japão”, diz. “Imagina um jundiaiense com medalha olímpica no BMX”, completa.

A oportunidade de estar no FISE surgiu após a boa colocação em um torneio disputado em Vigo, na Espanha, no qual Kakaroto terminou com a medalha de prata. Além disso, ele ficou entre os cinco melhores na última etapa do BMX Super Spine, no mês de outubro, em Taubaté. Esse campeonato o colocou entre os cinco melhores do país na modalidade.

Mas, para tudo isso se tornar realidade, Anderson conta que ainda depende de apoio. Segundo ele, hoje em dia há três empresas que o ajudam com a bike e equipamentos, mas ainda falta para cobrir as viagens. “Ainda há essa dificuldade, mas acredito que isso deve melhorar. O esporte está crescendo. Percebo que temos mais praticantes a cada dia e estreando nos Jogos Olímpicos deve crescer ainda mais esse número”.

Treinamentos

Anderson conta que treina em torno de três horas diárias. Segundo ele, a parte técnica é aliada com a física, já que a bicicleta trabalha bastante o corpo todo. “Acredito que tudo depende de treinamentos para ser bem feito, mas no BMX, quanto mais treinamos, mais aprendemos as manobras e perdemos o medo delas”, revela.

Ele ainda diz que se inspira nos pilotos norte-americanos. “São os melhores do mundo. Lá eles têm uma bela estrutura e muito apoio. No Brasil está melhorando aos poucos, depois de muita luta dos praticantes. Já foi muito pior”, avalia.

Segundo ele, os torneios internacionais também ajudam muito nesse ponto. “Tudo é um treinamento constante. No BMX a gente não pode parar. E viajar para fora ajuda a abrir mais a cabeça. Conhecemos novas culturas, andamos com gente diferente e um ajuda o outro sempre”.

Começo na modalidade

Kakaroto diz que iniciou no BMX há oito anos. Há cinco está no profissional. “Eu nunca curti esses esportes convencionais, como futebol, basquete ou vôlei. Minha paixão sempre foi bike e andava muito”, lembra. “Foi aí que um amigo indicou alguns vídeos sobre a modalidade para eu ver se gostava. Comecei a praticar e hoje praticamente vivo disso”, relembra.[/vc_column_text][/vc_column][/vc_row]


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