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Passaporte: Rússia! Jundiaienses vão marcar presença na Copa 2018


JUNDIAIENSES QUE IRAO PARA A COPA DA RUSSIA DIEGO TRETTEL
Crédito: Reprodução/Internet

Desde que o técnico Tite assumiu a seleção, o povo brasileiro voltou a se empolgar para a disputa da Copa do Mundo. A animação é tanta que o Brasil está entre os 10 países que mais solicitaram ingressos para a Rússia, segundo a Federação Internacional de Futebol (Fifa). Inserido nas estatísticas, o engenheiro Diego Trettel Mariano, de 30 anos, vai com a namorada Larissa Quintino assistir a seleção contra a Costa Rica, além do confronto entre Croácia e Nigéria. Ele conta que não vê a hora de participar de sua segunda Copa do Mundo. “Assisti Rússia x Argélia na Copa de 2014 e foi sensacional. O clima é muito gostoso, amigável. Todos estão contentes querendo fazer festa, sem aquela rivalidade que existe em jogos de clubes. Aliás, foi isso que me motivou a ir nessa edição também”, afirma. “O clima ‘vicia’ e agora quero ir em todas”, emenda Diego.

Torcedor do Ituano, Diego diz que, apesar de assistir jogos de outras seleções, não consegue torcer por nenhuma que não seja o Brasil. “Independente da situação, eu torço pela nossa equipe. O máximo que acontece é, quando somos eliminados, torcer contra a Argentina”, brinca. Mesmo não sendo fácil ver uma Copa do Mundo fora do país, o engenheiro explica que se programar é o grande segredo de sucesso. “Já fizemos pré-reserva de hotel e passagem e só ficamos esperando o sorteio dos ingressos. Depois disso, foi só confirmar o que já havíamos reservado e pegamos tudo mais barato”, argumenta.

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DOIS JOGOS O engenheiro civil Marcelo Calixto, de 47 anos, será mais um jundiaiense a fazer festa na Rússia. Junto com três amigos, ele vai acompanhar dois duelos da seleção canarinho: contra a Costa Rica e contra a Sérvia. Para ele, o Brasil é o grande foco das atenções do futebol sempre. “Não há uma equipe no mundo que não tema um embate com o Brasil. Possuímos o mais talentoso dos times de futebol. É da nossa identidade e DNA. O gingado da seleção brasileira é indiscutivelmente o melhor”, avalia. Apesar da ansiedade para ver o Brasil, ir a uma Copa pela primeira vez também empolga o empresário. “Acredito que a Copa seja o maior evento esportivo do planeta. Espero encontrar uma esfera de competição, mas isenta de ódio racial e discriminação. Um local dominado pelo espírito esportivo”, projeta. “Não sou fanático por futebol e não possuo um time do coração, mas a Copa do Mundo mexe com a gente. Não somente pelo espetáculo de assistir as melhores seleções do mundo, mas também pela festa que se forma ao redor deste evento”.


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