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Meio-campo é engrenagem que faz a equipe do Galo funcionar

Felipe Torezim . ftorezim@jj.com.br | 03/01/2018 | 10:42

[vc_row][vc_column][vc_column_text]A função do meio-campo sempre foi fazer a ligação da defesa com o ataque.

Em um futebol cada vez mais moderno, a saída de bola com qualidade é primordial para uma equipe funcionar perfeitamente dentro de campo. É com essa mentalidade que os oito selecionados para integrar o elenco que disputa a Copa São Paulo de Futebol Júnior pelo Paulista, buscam aprimorar sempre a qualidade no passe. E foi com essa intenção também que o treinador Sérgio Caetano passou a utilizar como segundo volante um ex-atacante de beirada.

Victor Adame, de 18 anos, está há um ano no Galo. O jogador tem passagens por XV de Piracicaba – sua cidade natal, além do Amparo. “Estou gostando dessa nova posição e acho que já estou bem adaptado”, avalia. “Agora tenho mais espaço e posso chegar com a bola de frente, participando da saída de bola, mas tenho que pensar muito rápido o que vou fazer com a bola”, explica.

Remanescente da última edição do torneio, Adame, como é chamado, espera que a torcida faça a diferença. “Queremos lotar o estádio com essa torcida apaixonada. Isso nos dá mais confiança e não tem como não criar expectativas”.

Ao lado de Adame, o volante Lucas Falcão teve grande destaque no ano de 2017. Nascido na Bahia, o jogador chegou e assumiu a titularidade desde o Campeonato Paulista Sub-20. Fã de Verrati (jogador do Paris Saint Germain), ele fala em soltar a alegria que está presa no torcedor. “Por tudo o que aconteceu ano passado, o torcedor ficou engasgado. Queremos retribuir o carinho devolvendo a alegria de ver o Paulista conquistar títulos”, diz.

Selecionado de última hora, já que havia uma dúvida na recuperação de uma lesão na clavícula, o meia Vanderson Teles, apelidado de Quadrado, alerta para a diferença entre a Copa São Paulo e a Copa Ouro. “São campeonatos difíceis, mas a Copinha é muito mais. O título na Copa Ouro nos deu confiança, mas intensificamos o trabalho para melhorar ainda mais”, afirma. “Temos a oportunidade de realizar o sonho de qualquer menino. E quando jogamos por um clube como o Paulista esse sonho se torna ainda melhor”, completa o estreante no torneio.

Buscando posição
Os meias Murilo Souza e Lucas Simões, ambos com 19 anos, chegaram juntos ao Galo no final do primeiro turno do Campeonato Paulista. Simões acredita que pode ter uma boa participação durante a Copa São Paulo. “Quando ficamos no banco dá ainda mais motivação para entrar e fazer bonito para buscar o espaço”. Ele acredita que o grupo tem muita força. “Estamos todos unidos e vejo uma energia muito positiva que nos ajudará a chegar em nossos objetivos”, conta. Murilo concorda. “Além disso, os adversários chegam nos respeitando muito, pois jogaremos dentro da nossa casa”, ressalta. “O grupo é diferente da última edição, mas a qualidade é a mesma”.

Pela história
O meia Lucas Brito, 19, conhecido como Carioca, chegou ao Paulista há quatro meses vindo do São Cristóvão, clube que revelou Ronaldo Fenômeno. Ele conta que não pensou duas vezes quando teve a oportunidade de vir para Jundiaí. “O Paulista é muito tradicional. Venceu Copa do Brasil, revelou grandes jogadores, como o Réver, do Flamengo”, recorda. Ele acredita ter o Red Bull como grande adversário. “Há uma certa rivalidade com eles”, afirma.

Com passagem pelo Fluminense, o volante Gabriel Lima também acredita estar em uma equipe reveladora. “Todos têm uma grande oportunidade de aparecer no Paulista. Ainda mais com o grupo forte e competitivo que temos”. Ele acredita que se adaptou rapidamente pelo estilo de jogo. “Tenho boa saída de jogo e isso contribui muito para a equipe”, conta.

O mais novo
Caçula do setor, o volante Vinícius Borges, de 17 anos, ficou surpreso com a convocação para integrar o elenco sub-20. “Cheguei para jogar pelo sub-17, mas rapidamente me chamaram para a categoria de cima. Fico feliz de subir tão rápido em um time como esse”, comemora. Há oito meses em Jundiaí, ele acredita que não terá moleza. “Vamos pegar adversários difíceis com tradição na base, mas acredito que chegaremos longe”.

Invicto
Há três meses no Galo, o meia e lateral João Pedro Mazagão, 19, ainda não perdeu um jogo. “Espero continuar invicto até o fim da Copinha”, brinca. Em sua segunda participação no torneio, ele acredita ter feito uma boa preparação.

“A Copa Ouro nos ajudou muito a ganhar confiança e mostrar que estamos no caminho certo”.

Palpites
Entre os jogadores de meio-campo, também há um consenso pelo clube que gostariam de enfrentar em uma eventual final. Assim como os defensores, o Corinthians é o favorito. “Seria muito legal poder jogar contra eles, na mesma pegada que estávamos no ano passado”, diz Adame. “Jogar com o Pacaembu lotado motivaria ainda mais”, avalia Gabriel. Já Quadrado, espera até marcar na partida. “Se sobrar uma oportunidade eu tenho que guardar”, brinca.[/vc_column_text][/vc_column][/vc_row]


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