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RETROSPECTIVA 2017: Brasil foi o primeiro a se classificar

Cíntia Flores . cflores@jj.com.br | 31/12/2017 | 11:50

[vc_row][vc_column][vc_column_text]temporada 2017 teve o medo de não se classificar para a Copa da Rússia, a recuperação do orgulho da seleção brasileira e também a vergonha com os escândalos envolvendo o Comitê Olímpico Brasileiro

ELIMINATÓRIAS DA COPA

Após um começo ruim na disputa das Eliminatórias da América do Sul para a Copa da Rússia, a seleção brasileira mostrou poder de reação e foi a primeira seleção a se classificar para o Mundial.

Dunga dirigiu o Brasil nas primeiras seis rodadas da competição, com um desempenho apenas regular: duas vitórias, três empates e um derrota. A seleção brasileira até então ocupava a sexta colocação na tabela das eliminatórias – fora até mesmo da repescagem.

Com a chegada do técnico Tite, o Brasil embalou e venceu 10 jogos e empatou dois. Já a Argentina de Messi, sofreu até a última rodada das Eliminatórias para se garantir no Mundial. Campeão da Copa América, o Chile ficou fora, assim como as tradicionais seleções da Itália e da Holanda.

Em dezembro, o Brasil conheceu seus primeiros adversários na Copa do Mundo, o Brasil está no grupo E com as seleções da Suíça, Costa Rica e Sérvia. A CBF (Confederação Paulista de Futebol) também definiu a cidade de Sochi como base da seleção.

NO AUGE

crisronaldo

O atacante português Cristiano Ronaldo foi o “cara” do futebol europeu por mais um ano. Após ser campeão do Mundial de Clubes (2016), da Liga dos Campeões e do Campeonato Espanhol com a camisa do Real Madrid, ele foi eleito o melhor jogador do mundo pela Fifa pela quinta vez, em outubro, levou o prêmio de melhor jogador da UEFA na Europa e também ganhou a Bola de Ouro da revista France Football.

Com a escolha, Cristiano Ronaldo igualou as cinco conquistas de Lionel Messi. Na edição 2017, o argentino ficou na segunda colocação. O brasileiro Neymar foi o terceiro.

AGORA EM PARIS

Após quatro anos vestindo a camisa do Barcelona, o atacante Neymar se transferiu no início de agosto para o Paris Saint-Germain em transação que girou em torno de 222 milhões de euros (R$ 824 milhões).

Essa passou a ser a transação mais cara do futebol. Pelo Barcelona, Neymar fez 186 jogos oficiais, foi campeão (conquistou oito títulos) e foi artilheiro da Liga dos Campeões, bi do Espanhol, contribuiu com 59 assistências e marcou 105 gols.

ESCÂNDALO NO COB

Carlos Arthur Nuzman renunciou à presidência do COB (Comitê Olímpico do Brasil) em outubro após 22 anos à frente da entidade. Dirigente responsável por comandar a organização dos Jogos Olímpicos de 2016, Nuzman foi preso no dia 5 de outubro com Leonardo Gryner seu braço direito no comitê organizador.

Os dois são suspeitos de atuarem na compra de votos para a escolha da cidade para sediar os Jogos Olímpicos. Ele deixou a cadeia 15 dias depois para ficar em liberdade assistida. Na história dos Jogos, Nuzman foi o único presidente do comitê organizador a acumular o cargo de mandatário do comitê olímpico do país-sede.

ADEUS

Morreu em julho, o ex-goleiro Waldir Peres, campeão brasileiro em 1977. O arqueiro foi vítima de um infarto fulminante logo após o almoço, quando seguia para uma festa de aniversário. Waldir tinha 66 anos e não apresentava nenhum problema de saúde.

Wladir Peres fez história no São Paulo ao ser o segundo jogador que mais defendeu o clube em 617 partidas. Pela seleção brasileira, foi convocado para as Copas do Mundo de 1974, 1978 e 1982, sendo a última como titular do esquadrão de Telê Santana.

ATÉ LOGO

Mega-astro do atletismo, Usain Bolt despediu-se do esporte em agosto de maneira dramática e sem medalha no revezamento 4 x 100 m no Mundial de Londres. O velocista, que fechou a participação da equipe, caribenha, sentiu uma lesão e nem sequer terminou a prova.

Ao longo de sua carreira, Bolt colecionou sucesso inigualável na história das provas de velocidade do atletismo. Ele foi o primeiro atleta na história a vencer três vezes seguidas os 100 m e 200 m em Jogos Olímpicos (2008, 2012 e 2016). Em Campeonatos Mundiais, somou 11 medalhas de ouro.

TETRA

O piloto inglês Lewis Hamilton, da Mercedes, conquistou o tetracampeonato da Fórmula 1 com duas corridas de antecipação em outubro no GP do México. Com a conquista, Hamilton superou em títulos, o tricampeão Ayrton Senna (1988, 1990 e 1991), e se igualou ao rival alemão Sebastian Vettel (2010-2013) e ao ex-piloto francês Alain Prost (1985, 1986, 1989 e 1993).

O maior vencedor é Michael Schumacher, com sete títulos (1994, 1995, 2000-2004), seguido pelo argentino Juan Manuel Fangio, com cinco (1951, 1954-1957).[/vc_column_text][/vc_column][/vc_row]


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