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Técnicos lamentam o descaso com o basquete feminino

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Crédito: Reprodução/Internet
O basquete feminino brasileiro depois de 28 anos não estará presente em uma edição dos Jogos Olímpico. As três derrotas que sofreu no Pré-Olímpico que disputou na França deixaram a seleção de fora do evento, o que ocorreu pela última vez em 1988. Treinadores de basquete de Jundiaí lamentaram o resultado, mas que era previsível devido ao descaso que a modalidade sofre. “Acredito que, com planejamento equilibrado e atenção focados nas categorias de base, poderíamos dar experiência internacional às atletas”, disse o treinador Luiz Claudio Tarallo. Em 2012 ele comandou a seleção na Olimpíada. Para Diogo Peres, treinador do Clube Jundiaiense, o momento que a modalidade vive é delicado. “Passou-se por uma troca de técnicos, mas infelizmente a gente percebeu que o problema é a história, como tudo foi construído com a falta de incentivos e como o basquete feminino foi deixado de lado”, declara. Treinador do basquete feminino sub-19 de Jundiaí em 2012, Leonel Menezes acredita que um plano nacional precisa ser feito. “Tem que criar novos polos de formação de equipes. Também uma melhor preparação das seleções de base.” Atual treinador das categorias sub-12 e 13 do basquete feminino do Time Jundiaí, Jair Tavares lamenta a queda de qualidade do Campeonato Paulista sub-19. “Atualmente apenas quatro ou cinco equipes disputam e nem todas as jogadoras são da categoria. São apenas 48 atletas. É muito pouco, isso porque São Paulo é o principal estado na modalidade”, declara.

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