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Um croata bem dividido na estreia

| 11/06/2014 | 00:48

O engenheiro Zlatko Bergl, de 67 anos, considera-se mais brasileiro do que croata. Veio viver no Brasil ainda criança, após a guerra civil no país. O pai, militar do então Exército iugoslavo, ficou cinco anos preso. Da Croácia, foram morar em Israel e, de lá, a família chegou a terras brasileiras. O português, segundo Zlatko, aprendeu a falar lendo gibis do Pato Donald.

“A família toda lia os gibis e assim aprendemos português. Comecei a estudar com oito anos, em São Paulo, até fazer a minha vida. Estudei química e engenharia”, conta. Há 25 anos, Bergl vive em Itupeva próximo das filhas e das netas. Adora futebol, sendo torcedor fanático do São Paulo.

“Eu já gostei mais de futebol. É para mim um passatempo. Também gosto bastante de basquete. Joguei por 25 anos no Pinheiros”, afirma, referindo-se ao tradicional clube paulistano. Nesta Copa do Mundo, irá vestir a camisa da seleção croata, um presente de amigos que viajaram ao país do Leste Europeu. No entanto, a torcida será mais para o Brasil.


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