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Carta de despedida

| 29/06/2014 | 00:00

Em 1999 um grupo de amigas de longa data e com muitas ideias em comum se encontram para uma conversa ambiciosa sobre como compartilhar suas ideias e seus conhecimentos acerca da Psicanálise com mais e mais pessoas.

Naquele momento era muito comum, e reconheço que em alguns casos segue sendo, as pessoas imaginarem a Psicanálise como uma ciência que trata apenas de doenças “nervosas”, onde na presença de um profissional calado e carrancudo, uma pessoa assustada se recosta em um divã e se põe a falar.

Assim, eu e minhas colegas partimos na empreitada de ampliar o ensino da psicanálise em nossa cidade e em nossa região, através de cursos de formação, palestras e encontros, ao mesmo tempo em que nos propusemos através deste espaço, ampliar, esclarecer e aproximar as pessoas, ainda que não sejam da área, acerca do Inconsciente, o objeto de estudo da Psicanálise.

A partir daí tenho buscado levar a cada leitor que me acompanha o reconhecimento de que somos mais do que aquilo que conhecemos conscientemente em nós mesmos, que muitas vezes agimos, decidimos e sofremos sem entendermos as “verdadeiras” razões do que nos ocorre.


Link original: https://www.jj.com.br/estilo/carta-de-despedida/
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