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Elas driblam o preconceito e batem um bolão

| 15/06/2014 | 00:05

É consenso entre os fãs de futebol que o Brasil é de fato uma pátria de chuteiras, e que cada um dos brasileiros é aficionado pela seleção. Outra máxima de nossa cultura futebolística é a de que supostamente as mulheres nem entendem e nem gostam do esporte bretão, porém a Copa do Mundo chega para provar, de uma vez por todas, que as brasileiras também amam e entendem de futebol.

Afinal, encontrar mulheres que gostam de futebol é cada vez mais comum. Mas, apesar de o esporte ter deixado de ser “coisa de homem” há tempos, muitas ainda sofrem preconceito por se interessarem por ele. O principal comentário que elas ouvem, ainda nos dias de hoje, é que “mulher não entende de futebol”.

Alessandra Gallo Trefílio, 34 anos; Fernanda Fiorante, 39 anos; e Aline Lumazini, 29 anos, ignoram os comentários machistas. Discutir, aliás, está fora de cogitação para elas. A prova de que estão com bola cheia se consolida dentro das quatro linhas, quando vestem a camisa do “Chuta pro alto de salto”, time montado há cerca de sete anos, no Clube Jundiaiense, onde treinam e  e promovem um autêntico “rachão” todas as semanas.


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