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Rita Lee encontrou um escape na literatura infantil


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Rita Lee
Crédito: Divulgação

A cantora Rita Lee encontrou na literatura infantil um escape para os dias difíceis de pandemia. “No ar que eu respiro, eu sinto prazer”, cantou ela um dia. Agora que está tudo contaminado, Rita conta que anda “com uma tristeza que dói na alma”.

Longe de um final feliz, hoje ela se “congela ao assistir a esse filme de horror que está acontecendo no mundo”, em especial no Brasil. São tempos cruéis, mesmo para uma mulher que está acostumada com uma espécie de quarentena rural já faz oito anos.

Duas obras infantis da roqueira saem agora, totalizando já cinco contos da chamada Vovó Ritinha para esse público, em reedições atualizadas de obras que a cantora lançou entre os anos 1980 e 1990. As novas publicações se somam desde o ano passado à autobiografia best-seller e aos despojados “Dropz”e “FavoRita”.

 

Ela reconhece que há algo de educadora nesse trabalho. “Quanto antes a criançda ficar ciente das barbaridades que acontecem na natureza pelas mãos dos adultos de hoje, tanto melhor.”


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