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Mãe, amor incondicional


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Bebê e mamãe
Crédito: Divulgação

A ancestralidade nos conecta às nossa raízes e à nossa linhagem materna. É através de nossas mães que aprendemos a nos olhar em espelho, sempre. E é através deste espelho que buscamos nos tornar mães melhores, conectadas aos sentimentos e emoções de nossos filhos, instrutoras de um mundo mais humano, menos egóico, com a generosidade e compaixão por todos.

Apesar de tanta tecnologia, essa ligação entre mãe e filho não muda. O que nos transforma, hoje, é a possibilidade de usar todos os meios científicos para garantir a saúde de mãe e bebê, e até mesmo garantir nossa fertilidade após os 40 anos. Porém, em relação aos sentimentos, caminhos pari-passu com os mitos e arquétipos ancestrais e aspectos que Freud soube tão bem colocar.

Para consagrar esta natureza, diríamos que a relação que começa bem antes do parto, que pode ser humanizado, menos traumático, transformando o medo e a incerteza em um momento de alegria, aconchego e acolhimento.

Quem já passou por isso sabe. Não há felicidade maior do que escutar o primeiro choro de um filho. E é este amor incondicional que nos segue pela jornada adentro - sem jamais esquecer daquele momento único, de tanta aproximação e afeto.

Sejam bem-vindas ao universo maternal!


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