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"Viva a magia do Natal": um adulto ainda pode recuperar o olhar inocente das crianças?

Através de técnicas conhecidas como terapias holísticas, é possível se deixar cativar pela pureza e leveza de uma criança nesta época do ano


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Lucio Rossi
Crédito: DIVULGAÇÃO

Quando somos crianças, algumas épocas do ano são extremamente mágicas e inspiradoras. O Natal é uma delas. Desde pequenos somos projetados na crença do Papai Noel, que, acompanhado de renas e um trenó, traz os presentes e os coloca embaixo da árvore. O Natal no olhar inocente de uma criança é sinônimo de magia, festa, alegria, luz, cores e esperança. Contudo, a criança cresce, vira adulta, cria armaduras, bloqueios e até mesmo traumas, que podem fazer com que essa época do ano não faça mais sentido ou não seja tão atraente. Afinal, por que esse olhar se perde e como conquistá-lo novamente?
Nesse âmbito, a terapia holística pode ajudar àqueles que desejam, pois trata-se de um conjunto de terapias que visam a promoção a saúde, a prevenção de doenças e agravos, alívio de sintomas e cura, através do cuidado integral do ser humano (corpo e mente). Seus componentes, em sua maioria, têm berço na medicina oriental e trazem consigo uma mistura entre o conhecimento prático e científico.
O iridólogo, profissional que baseia sua prática em uma interpretação do se lê na íris, Lucio Rossi usa seu conhecimento das energias e emoções mapeados pela Iridologia Multidimensional para explicar o possível motivo que nos faz perder o olhar infantil. “Quando somos crianças, somos puros, trazemos um campo de energia de construção, queremos aprender, entender o por que das coisas serem como são. Basta sermos leves para gostarmos da vida, não importa quem está brincando conosco, o que vale é a brincadeira. Por isso é muito fácil para uma criança olhar alguém tão diferente com olhos de amor, se deparar com uma situação tão diferente e tentar equilibrar, nesta balança de dois pratos, o ideal, o que favorece as duas partes. Enquanto crianças, podemos ser e pertencer ao mundo lúdico, sem distinção de raça, cor, sexo, padrão social e mesmo físico”, explica.
Para o iridólogo, criança é ser, adulto é estar. “Este amor que perdemos conforme vamos crescendo e no vácuo criado pela falta de amor, colocamos blocos de sustentação de vibrações densas, ou seja, a disputa pela liderança, pela aceitação e para entrar nos padrões que a sociedade impõe como sendo correta. Ser criança nos faz olhar com ‘olhos de enxergar’, enquanto ser adulto nos faz olhar com ‘olhos de ver’”, afirma.
Nesse cenário, a pergunta que não quer calar: Como ser adulto e reverberar a intensidade e a pureza de uma criança? “É simples. Basta olhar com os ‘olhos de enxergar’. Quando olhamos, somos superficiais, tendemos a seguir o que pessoas que julgamos ideais entendem como certo e, neste momento, perdemos os padrões vibracionais da construção do ser. Mas quando enxergamos, vamos muito além. Ao enxergar, sentimos, amamos, flutuamos. Enxergar nos faz transcender o padrão e vivenciar a emoção. Não importa quem está ao seu lado, se você estiver feliz e perceber que o outro está feliz, serão duas pessoas curtindo a vibração da felicidade”.
“Se pudéssemos reprogramar estes conceitos de poder e glória que trazemos em aprendizados que, por muitas vezes são incorporados quando crianças, teríamos a criação de uma mente construtiva nos campos da energia vital e de elevação, que nos formaria enquanto seres leves, em que as disputas poderiam ser traçadas de forma menos violenta. Escolheríamos jogos de vídeo game com menos mortes e sentiríamos a felicidade que um simples vento batendo em nosso corpo pode trazer. Está muito mais fácil mudar padrões do que imaginamos, mas para que este padrão se eleve, precisamos crescer. E crescer dói. No fundo preferimos viver a mesmice e nos cobramos do por que as coisas não mudam. Tudo que precisamos é ‘estar feliz’, pois ‘ser feliz’ é algo muito grandioso. Então, ocupemo-nos de estarmos felizes. Um dia por vez. E, no final, diremos que fomos felizes”, completa o iridólogo.

 

Credito: DIVULGAÇÃO / Descrição: Bianca

CONHECENDO O CAMPO ENERGÉTICO
De acordo com a medicina oriental, todos somos formados por campos energéticos, antes mesmo do corpo físico.
A acupunturista Bianca Possani revela que uma maneira de recuperar esse olhar inocente de criança, principalmente para o Natal, é com a auto-reparação. A técnica da acupuntura pode auxiliar nesse processo, libertando a pessoa de possíveis traumas e “lesões” no campo energético. “Costumo dizer que nós somos como cebolas, que possuem camadas, construídas ao longo da vida, com base nas experiências que vivemos. São essas experiências que determinam como é nosso olhar para o mundo. Elas direcionam a forma como nos expressamos e como reagimos ao que acontece. Por conta delas, são formadas as ‘armaduras’”, explica.
Na acupuntura, é possível identificar a raiz de cada pessoa, respondendo alguns questionamentos. “Qual a essência natural da pessoa? Ela é mais comunicativa, mais introspectiva, mais afetiva? Qual a raiz dela e onde está o desequilíbrio? O que aconteceu que fez com que o corpo e a mente não estivessem mais organizados? Através das agulhas e outras técnicas, é possível agir no campo energético de cada um. Não é nada místico, todos somos feitos de energia, no princípio. Através da acupuntura é possível limpar esse campo, fazendo a pessoa ver as coisas com mais clareza. Acupuntura não cura, ela promove a auto- reparação, pois a resposta já está dentro da pessoa, as informações só precisam ser reorganizadas”, afirma Bianca.
A acupunturista acredita que, quando pensamos em Natal, pensamos sobre esperança e o olhar otimista para a vida. “Uma pessoa otimista-realista é saudável. O pessimismo não é uma emoção saudável. Isso é um problema que conseguimos tratar. Quando conseguimos, através da regulação energética, promover o discernimento na pessoa, ela vai enxergar a vida de uma forma mais positiva. Esses bloqueios que acontecem na infância também podem ser traumas emocionais, que às vezes a pessoa não sabe que tem. Regulamos o paciente desde a raiz do problema. O primeiro passo para livrar de traumas e crenças, que não permitem que a gente enxergue a vida de uma maneira positiva, é identificar que há um problema. A acupuntura faz isso, faz a pessoa enxergar”, explica.

 

Credito: DIVULGAÇÃO / Descrição: Criança

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