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Agricultor teme que corte de água atinja o gado

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Crédito: Reprodução/Internet

Na grande extensão rural de Jarinu, os bairros que sobrevivem da lavoura passam por dias de aflição. A água que abastece plantações e ‘dá de beber’ ao gado é praticamente contada e só ainda é viável pelas alternativas próprias de cada produtor.

Agricultores, em sua maioria, bombeiam água de nascentes ou córregos que estão em seus terrenos e outros já preparam reserva ou barragens para conseguir armazenar. A duras penas, poços dão conta da água utilizada para consumo familiar. A preocupação de agricultores se concentra nos bairros Olaria, Chavi, Breu e Pinheirinho, percorridos pelo programa JJ nos Bairros.

“Estou gastando uma nota para não deixar morrer de fome e sede as minhas vacas. O capim está seco”, contou Henrique Biasini, 85 anos, que cuida de 20 cabeças de gado em uma propriedade no Olaria. Com alguns ajudantes e rodeado de seus cachorros, ele toca o movimento de um maquinário que retira terra e prepara uma reserva. “Tenho que fazer isso. Neste ano, o canal secou”, lamenta.


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