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Centro Tao Sigulda vive pela arte e amor

| 01/07/2014 | 00:05

Em meio às chácaras do bairro Figueira Branca, em Campo Limpo Paulista, o Centro Cultural Tao Sigulda, quase escondido, dá vida a um acervo de criação e amor. Erguido pelo artista e arquiteto Tao Sigulda que, neste ano, completaria seu centenário, o local é um dos poucos centros da Região com tanto legado artístico: nas paredes, estão quadros expostos de autores brasileiros e internacionais.

São pessoas que receberam incentivo do artista, nascido na Letônia, e que escolheu aquele local para pintar, morar e viver. Sua esposa e viúva, Tama Sigulda, conduz o centro com o mesmo amor ainda dedicado ao marido. São 28 anos de atividade no bairro que faz divisa com Jarinu.

“Uma vez disse a ele que se ele morresse, queria ir junto. ele então me respondeu que isso não seria possível porque sou 20 anos mais nova que ele e, além disso, deveria continuar a sua obra para fazer do centro uma fundação. É para isto que eu vivo e luto”, conta com olhos que sorriem como os lábios.


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