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Moradores pedem lazer e parquinho está esquecido

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Crédito: Reprodução/Internet

Uma reivindicação comum dos bairros ao redor do Parque Internacional é pela instalação de áreas de lazer na região. No próprio Internacional, o maior bairro dali, não há parques infantis. Já no ‘vizinho’ Jardim Marchetti, o único parquinho utilizado, na rua Água Marinha, tem lixo jogado e brinquedos antigos sem qualquer manutenção.

“Tenho um neto e temos medo de deixá-lo brincar ali”, conta José Maria de Teixeira, morador do bairro. Segundo comerciantes e outros moradores da vizinhança, o parquinho apresenta sempre o mato alto. Durante a reportagem do JJ nos Bairros, porém, estava baixo. “Cortaram recentemente. Mas só cortam depois que a gente se perde ali dentro”, reclama Sebastião Garcia Teixeira, um dos primeiros moradores do bairro.

“Os brinquedos estão quebrados, não há lazer, um abandono.” Ainda no parquinho, há um córrego com mato nas margens que exala forte cheiro. Segundo moradores, o esgoto cai ali. “Precisamos de uma tubulação”, pede Edson Almeida. “Prometeram asfalto e academias ao ar livre faz tempo”, conta um morador da rua Água Marinha, que prefere não se identificar.

O Jardim Marchetti também é conhecido por alagamentos em época de chuva. Segundo a prefeitura, o problema de mau cheiro nas proximidades da rua Água Marinha só será resolvido com uma solução técnica que será adotada pela Sabesp, após a implantação do sistema de esgoto na região. Segundo a administração, muitas residências ainda lançam o esgoto in natura nas águas do Rio Jundiaí, utilizando as galerias de águas pluviais, e a situação se agrava nos dias de chuva.

Com as cheias do rio, o esgoto retorna para os imóveis, já que a canalização está abaixo do nível normal do curso d’água. A Sabesp deverá implantar dois pontos de bombeamento na região. Sobre as áreas de lazer, a prefeitura diz que o loteamento não dispõe de áreas públicas e a declividade dos terrenos é muito acentuada. Ainda segundo a prefeitura, não existe, no momento, projeto para a pavimentar a rua Água Marinha.

Sobre o córrego do parquinho, a Sabesp informa que o local possui rede coletora de esgoto e todo volume coletado é tratado na Estação de Tratamento de Esgoto (ETE), em Várzea Paulista.


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