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‘Infelizmente, não há prédios 100% acessíveis em Jundiaí‘

| 20/06/2014 | 00:00

A lei é clara: “Toda construção de edifícios destinados a qualquer dos usos possibilitará acesso livre, trânsito e confortável permanência de pessoas de ambos os sexos portadoras de deficiências físicas”.

A lei complementar, assinada em fevereiro de 1992, de autoria do então vereador Jorge Haddad, hoje diretor administrativo da Câmara Municipal de Jundiaí, propunha algumas mudanças em estabelecimentos públicos e privados para receber os portadores de deficiências.

Identificação de letreiros em Braille, reservas de lugares em ônibus e estabelecimentos, faixas indicativas e rampas eram algumas delas. A acessibilidade era, sem sombra de dúvidas, uma preocupação dos administradores. Mas, passados mais de 20 anos da assinatura da lei, ainda falta muita coisa a ser feita.

Isso é admitido pela Coordenadoria dos Direitos das Pessoas com Deficiência de Jundiaí, que, com este foco, anuncia a criação de uma Comissão Permanente de Acessibilidade (CPA). A proposta do órgão é ser um agente fiscalizador para que as futuras obras garantam ao portador de deficiência condições de ter livre acesso aos prédios, sejam eles públicos ou privados.


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