Jundiaí

Lojas de bairro caem no gosto de consumidores

COMPRAS Atendimento amigável, proximidade de casa e bons preços fazem cliente ser fiel


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Paulo dos Santos conta que croppeds e shorts são mais pedidos
Crédito: ARQUIVO JJ

Quem costuma comprar roupas sabe que nos grandes centros a variedade é grande, mas nem sempre o preço é o desejado. Por conta disso e pensando em atender os moradores dos bairros, algumas pessoas investem em lojinhas pequenas, que conquistam clientes e moradores da região.

Paulo Vinicius Dos Santos, 30 anos, é proprietário de uma loja de moda feminina no Jardim Tarumã, a PVS Store. Conta que durante a pandemia dependeu das clientes para sobreviver. "Não tive o direito ao auxílio emergencial, então dependia dos clientes virem comprar ou me ligarem que eu ia até eles. Contudo, sabemos que o dinheiro está curto e as roupas são um dos últimos itens que as pessoas vão gastar", afirma.

O principal público da loja é mulheres com idade de 12 a 60 anos que procuram o local por conta do atendimento amigável e da proximidade do bairro onde moram. "As pessoas gostam de comprar em lojas grandes devido uma tradição. No centro e nos shoppings você encontra tudo o que precisa em um só lugar. Contudo, tenho muitos clientes que estão preferindo ir em lojas menores. Isso acontece porque em lojas de bairro há o conforto de poucas pessoas, o local é mais aconchegante, o vendedor pode dar mais atenção, dá para encomendar a peça que quiser, além de ser mais perto de casa e, na maioria das vezes, o cliente cria uma amizade com os vendedores", afirma Paulo.

Paulo garante que sempre traz novidades para a loja e essa é outra vantagem de comércios de bairro. "Em lojas grandes, as roupas ficam na arara até acabarem. Lojas de bairro sempre trazem as novidades. Eu compro tudo no Brás, de um fornecedor certo. Trago para a loja as roupas que estão na moda. Posto muitas fotos, que acabam rendendo encomendas. Algumas clientes mandam referências ou fazem pedidos de um look que viram em outro lugar e eu compro para elas. Fico sempre atento a tudo que é tendência", revela.

E completa. "Agora, as peças mais procuradas são as roupas para o fim do ano. Vestidos, saias e conjuntos. Durante o ano todo varia de acordo com a moda. Croppeds, bodies, shorts e camisetas são os campeões de vendas e encomendas." Na loja, você encontra peças a partir de R$ 9,99.

A pandemia fez com que muitas pessoas abrissem o próprio negócio, principalmente nos bairros. As irmãs e sócias Daniela Santos da Silva 26 anos e Damiana dos Santos Silva, 24 anos são exemplo disso. Aproveitaram o momento para vender roupas femininas e criaram a Exclusiva Modas, no Jardim Novo Horizonte. "Começamos a trabalhar com roupas durante a pandemia. Nosso público é feminino, principalmente dos 18 aos 40 anos. O que fez dar certo foi o nosso atendimento diferenciado, pois há um contato direto com as clientes. Além disso, toda semana temos reposição e novidades e os preços são mais baratos que grandes centros", afirmam as irmãs.

Todas as peças são do Brás, buscadas com muito carinho para agradar as clientes. "Regatas e shorts canelados são as peças que estão em alta agora. As clientes estão procurando roupas para o verão. Nós sempre compramos as roupas de acordo com a estação, as tendências e pedidos das clientes", explicam. Na loja, podem ser encontradas peças a partir de R$ 11,90.

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