Jundiaí

Trabalhadores da Rápido Luxo Campinas amanhecem em greve

De acordo com o Sindicato dos Rodoviários, eles protestam contra a troca do convênio médico


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Greve Rápido Luxo Campinas
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Quem utiliza o transporte público intermunicipal em Jundiaí acordou na manhã desta quinta-feira (14) com uma surpresa desagradável. Os trabalhadores da Rápido Luxo Campinas entraram em greve por tempo indeterminado. 

De acordo com o Sindicato dos Rodoviários, eles protestam contra a troca do convênio médico, que não estaria agradando os trabalhadores. A paralisação atinge todas as linhas atendidas pela empresa, Várzea Paulista, Campo Limpo Paulista e Cajamar. 

Os trabalhadores estão concentrados na garagem de Campo Limpo Paulista. 

Em nota, a Rápido Luxo Campinas considera prematuro o movimento dos motoristas da concessionária por trazer prejuízos à população usuária em um momento delicado da economia e pelo novo plano de saúde ser mais abrangente que o anterior.

“Antes de ser efetuada a troca, a concessionária mostrou o novo plano ao sindicato e houve aprovação. Nos estranha a paralisação de hoje pois antes, os colaboradores tinham de se deslocar de várias localidades para serem atendidos em Jundiaí. Agora, com o plano mais abrangente, podem ser atendidos em Jundiaí, Franco da Rocha e Cajamar. Além disso, estão negociando para que os conveniados também sejam também atendidos em outras localidades da região”, explica Paulo Barddal, diretor de Comunicação do Grupo Belarmino, da qual a concessionária é integrante.

A prefeitura de Campo Limpo Paulista informou que foi surpreendida pela greve dos motoristas, mas que foi notificada pelo Sindicato dos Rodoviários da possibilidade de greve parcial hoje (14).

"A Diretoria de Trânsito e Transporte de Campo Limpo Paulista emitiu notificação à Rápido Luxo Campinas para que, mesmo sob greve, não houvesse paralisação dos serviços. Dessa forma, em função do não cumprimento da determinação, a municipalidade adotará todas as medidas administrativas e judiciais cabíveis previstas em contrato, solicitando também uma intervenção judicial", diz o comunicado oficial.


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